<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497</id><updated>2012-01-31T06:40:57.031-08:00</updated><category term='Sobre escrever'/><category term='Juvenil'/><category term='Programa'/><category term='André Vianco'/><category term='Top 10'/><category term='Críticas'/><category term='Crepúsculo'/><category term='Jornal d&apos;O Conservatório'/><category term='background'/><category term='Trechos'/><category term='Resenhas'/><category term='Livro'/><category term='Personagens'/><category term='Merchan'/><category term='Prelúdio'/><title type='text'>O Conservatório</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Adriana Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16572428234265609319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_UnbxAU-wBKQ/R98wY5oqbvI/AAAAAAAAAGs/4e9bww17fSw/S220/eu+zoom.bmp'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>22</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-8795667497000705683</id><published>2012-01-31T06:29:00.001-08:00</published><updated>2012-01-31T06:38:52.320-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>O Baronato de Shoah - A Canção do Silêncio</title><content type='html'>Antes de mais nada: tava aqui vendo as keywords do blog (aquelas palavras que o povo digita no Google pra parar aqui) e me deparo com:&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;quero conseguir um contato com um vampiro tauriano&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pouco mais para frente, acho:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;tem um vampiro me seguindo o que significa&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Caros(as) leitores(as), vampiros vivem de sangue que catam das pessoas desavisadas. Stalkear é uma segunda natureza para eles. Pense nisso antes de procurar contatos com vampiros. #fikdik&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;--------------&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bom, mas o que interessa é que li recentemente o romance Baronato de Shoah - A Canção do Silêncio, do José Roberto Vieira. E aí, conhece o gênero steampunk? Não? Deveria, seu desinformado. Vai lá na wikipedia, que eu espero. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como assim eu deveria ter explicado aqui? Cambada de folgado que quer tudo na mão...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfim, tão aí as impressões:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-bq7IRuxmu-k/Tyf8vY9O2vI/AAAAAAAAABU/QFdT7WaaLj0/s1600/zero.PNG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-bq7IRuxmu-k/Tyf8vY9O2vI/AAAAAAAAABU/QFdT7WaaLj0/s400/zero.PNG" width="357" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Que fique claro que eu GOSTEI do livro. Sei lá porque tem gente que acha que comparar com videogame é diminuir alguma coisa... Eu AMO videogame e desafio alguém a dizer que não gosta de nenhum joguinho.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-8795667497000705683?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/8795667497000705683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=8795667497000705683' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/8795667497000705683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/8795667497000705683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2012/01/o-baronato-de-shoah-cancao-do-silencio.html' title='O Baronato de Shoah - A Canção do Silêncio'/><author><name>Diego Mercier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03941903541232299196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-l5tQpmYeTL4/TayMo1-7i3I/AAAAAAAAAAM/_w9B5sF3psU/s220/Diego%2Bcorpo%2Btodo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-bq7IRuxmu-k/Tyf8vY9O2vI/AAAAAAAAABU/QFdT7WaaLj0/s72-c/zero.PNG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-8971848782016362456</id><published>2012-01-19T20:02:00.000-08:00</published><updated>2012-01-19T20:06:25.370-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Top 10'/><title type='text'>Meus top 10 livros de vampiros</title><content type='html'>Olha, não é fácil fazer isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu li TANTA coisa, mas TANTA coisa sobre vampiros ao longo da minha vida, de contos a romances, de mangás a historinhas da Turma da Mônica, que é difícil selecionar um top 10 das histórias. Mesmo dos livros, é complicado selecionar 10 sem cometer injustiças. Ainda assim, &lt;strike&gt;como eu tenho preguiça de fazer um top 20&lt;/strike&gt; como eu amo meus leitores do blog e faço tudo por eles, resolvi montar o top. Futuramente, quero montar um top 10 histórias sobre praticantes de magia, por que estou escrevendo sobre isso no momento. :B&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das dificuldades em ranquear as histórias abaixo foi que "livros de vampiro" não são um gênero. Vampiros abarcam vários gêneros, do horror ao infantil. É difícil comparar um livro infantil com um de terror pra escolher um melhor. Sendo assim, ranqueei pelo nível de influência que o livro em questão teve no modo como eu vejo e escrevo os vampiros - colocando os livros que li há mais tempo por último, quando só lembro deles um eco distante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas chega de papo e simbora:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;10 - Série Draculinha (Carlos Queiroz Telles)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São livros infantis que conheci na aurora da minha vida, na minha infância querida, que... bom, vocês entenderam. Os livros do Draculinha são uma sátira escrachada da Tradicional Família Brasileira. É meio pastelão hoje que sou adulta, mas eu adoraaaava quando era criança. Tinha um tom diferente dos outros livros infantis e eu gostava da Dracunilda. Por muito tempo, foi uma das únicas vampiras &lt;i&gt;não-femme-fatale&lt;/i&gt; que eu conheci e isso era sempre um refresco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;9 - O diário de um vampiro (Hudson Simão) - não confundir com a série Diários de um Vampiro, OK?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse livro infanto-juvenil era meio um &lt;i&gt;guilty pleasure&lt;/i&gt; de adolescente, mas ele tem seus méritos. Ele conta a história do Augustus, um gentil cavalheiro polonês que salva um homem mortalmente ferido e, como recompensa, esse homem o transforma em vampiro. O livro está cheio de umas coisas bizarras e contraditórias, do tipo: no seu diário, Augustus anota que foi instruído a tomar TRÊS VEZES O SEU PESO em sangue TODA NOITE. Matemática, caras: um homem médio pesa em torno de 70 kg. Três vezes o seu peso é 210 kg. Um ser humano médio tem uns 6 L de sangue no corpo. Como sua densidade é bem próxima à da água, cada litro de sangue pesa pouco mais de 1 kg. Logo, o cara teria que secar nada menos que 35 pessoas adultas POR NOITE. Mas, mais pra frente, tem uma seca na cidade e Augustus comenta que, antes da seca, um humano saudável podia alimentar até dois vampiros. É. Nesse níuvo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, eu li e reli porque gosto da atitude positiva do Augustus e da Clarice, a esposa dele. Nenhum dos dois vai pro cantinho da vergonha choramingar porque não gosta de matar humanos, mas é preguiçoso demais pra pensar em outro método de conseguir sangue. E isso não faz deles monstros amorais, o que costuma ser o outro lado do espectro. E além de tudo, a história é uma aventura e eu gosto de aventuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;8 - Sete faces do terror (Vários) - A marca da serpente (Carlos Queiroz Telles - é, de novo - conto)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes que você abra a boca: meu blog, minhas regras. Eu quis falar sobre um conto, posso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse conto específico eu cito porque achei muito legal. Muito legal mesmo. Legal o bastante para eu ter andado anos com o xerox dele antes de comprar o Sete Faces em um sebo. Olha, mais uma vez: essa é uma lista pessoal. Aposto que você pode vir com milhares de contos de vampiros mais originais, mais intrigantes ou mais bem escritos que esse, mas foi o impacto que ele me causou que faz ele vir aqui. E, pra ser honesta, não tem taaaaaantos contos de vampiros melhores que esse circulando por aí em papel impresso. :P&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Marca da Serpente conta a jornada de Vlad (nãããão), um vampiro que resolveu ir pra Inglaterra, mas foi preso na primeira mordida. Como o enforcamento não resolveu para ele, resolveram degredar o demônio pro Brasil. Aqui, ele dorme um sono de um século e, quando acorda, ele não sabe se tem mais sede de sangue ou de companhia. Numa fazenda isolada, ele conhece uma moça bonita e decide que a quer - ele não se apaixona e quer conquistá-la, ele a &lt;i&gt;quer&lt;/i&gt;&amp;nbsp;- uma decisão que vai ter consequências inesperadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma nota curiosa: eu ouvia os sons desse conto. De alguma maneira que não sei explicar, eu ouvia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;7 - O vampiro que descobriu o Brasil (Ivan Jaf)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse livro só está aqui embaixo pelo tempo que eu li. Não, veja a premissa: Antonio era um português tranquilo, dono de uma taverna. Daí, um vampiro o ataca, mas por razões misteriosas, larga a "refeição" pela metade e o resultado é um gajo de presas longas. Um vampiro amigável, condoído com a situação do Antonio, explica que, para voltar a ser humano, ele deve matar o seu "criador" e aspirar suas cinzas. E explica que o Velho, o dito criador, está possuindo um corpo e embarcando na frota de Pedro Álvares Cabral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio tenta de tudo para matar o Velho antes disso, mas sem sucesso, acaba embarcando no navio e torcendo para resolver tudo e voltar para casa o quanto antes. Infelizmente, o plano não dá lá muito certo, e ele termina no Brasil, perseguindo o Velho pelos próximos 500 anos. A história é deliciosa e uma excelente desculpa para ensinar História do Brasil. O momento em que o Antonio grita "CHEGA!" e resolve fazer seus poderes servirem para alguma coisa prática é uma das melhores cenas do livro todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;6 - Os Sete (André Vianco) &amp;amp; Alma e Sangue - O Despertar do Vampiro (Nazarethe Fonseca)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem disse que não posso pôr dois livros em uma posição? O top 10 é meu, criatura!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tá, o Vianco pode não ser um primor da literatura, mas duas coisas você precisa admitir: Os Sete é um marco da literatura de vampiros no Brasil e o livro &lt;u&gt;é&lt;/u&gt; divertido. Literatura cinematográfica no que tem de melhor e pior, e realmente recomendo. Não foi por pura sorte de principiante que o livro vendeu horrores, a ponto do Vianco conseguir emplacar mais um monte de livros e merecer uma exposição em homenagem a ele. &lt;a href="http://oconservatorio.blogspot.com/2011/04/sob-nova-direcao-e-x-men-first-night.html" target="_blank"&gt;O Diego já resenhou aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alma e Sangue, da Nazarethe, não teve tanto hype, mas também se tornou bastante popular. A escritora já escrevia romance com sanguessugas bem antes de Crepúsculo dar as caras, mas seus romances açucarado são, na verdade, azedinhos-doces. Ou seja, saborosos o bastante pra não te darem diabetes. Pra quem gosta do gênero, vale uma boa olhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5 - Vampiro: A Máscara - Livro do Jogador (?)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez, nem uma palavra sobre o que vale e o que não vale aqui. Esse é um livro, certo? Fala sobre vampiros, certo? Então, shhh.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dá pra negar que VtM (Vampire, the Masquerade - os americanos amam siglas, e elas facilitam a vida) influenciou toda uma geração. Eu nunca joguei RPG presencial na vida (só de videogame :B), mas eu conhecia VtM e cheguei a pegar o livro do jogador emprestado de um amigo só para conhecer sua mecânica e a história permeando o cenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As historinhas online mostrando a interação entre um membro estereotípico de cada clã me divertiam um bocado, e eu admirava como o jogo tinha conseguido compilar praticamente todos os poderes e características que os vampiros tinham ganhado em todo o século XX. E mais, de uma forma coesa e agradável. Nosferatu, Drácula e Louis são bem diferentes entre si, mas os três podem ganhar uma ficha de personagem de VtM bem arrumadinha e completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, o cenário não me pegou o bastante para eu querer escrever histórias baseadas nesse universo, por exemplo. Sei lá, acho que era justamente isso, todo tipo possível e imaginável de vampiros rondavam esse cenário, e eu não era necessariamente fã de todos eles. Além disso, acho que li contos DEMAIS baseados no universo de VtM, e isso me deixou meio enjoada. Ainda assim, reconheço o mérito do bicho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4 - Entrevista com o vampiro (Anne Rice)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora é o seguinte. Eu SEI que estou devendo a leitura de O Vampiro Lestat até hoje. Eu SEI. Mas acho que Entrevista me encantou e traumatizou um bocado para os demais da autora. Vejamos se me explico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando assisti Entrevista com o Vampiro na TV, tudo o que eu posso dizer foi que eu fiquei *_________*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só um emoticon explica isso apropriadamente. Não só os atores era lindos (a garota que nunca suspirou por eles que atire a primeira pedra!), mas deve ter sido o primeiro filme de vampiros - sem ser comédia - em que eles não eram os vilões a serem caçados e destruídos para trazer a felicidade aos mocinhos. Isso era diferente, para dizer o mínimo, e me pegou em cheio. Tempos depois, peguei o livro emprestado (não me lembro bem onde) e devorei. Eu devia ter o quê? Quatorze anos? Quinze? Sei lá, algo assim. O livro me fascinou porque era grande, denso e com uma trama que fazia sentido (e melodramático no ponto para um adolescente, embora isso eu só tenha percebido mais tarde...). E claro que eu sempre imaginava o Louis como o Brad Pitt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, comprei e fui reler o livro e fui obrigada a parar, por que a emice afetada do Louis me cansou antes das 100 primeiras páginas. Acho que tenho que estar no humor certo para ler o livro. Enfim, Anne Rice está mais para cima no top 10 porque os livros dela são seminais para as histórias modernas de vampiros (Crepúsculo é uma simples &lt;a href="http://tvtropes.org/pmwiki/pmwiki.php/Main/Flanderization" target="_blank"&gt;flanderização&lt;/a&gt;* de Anne Rice), porque eu acho que ela escreve bem em comparação com os derivados dela e pelo que o livro significou para mim quando o li. Mas não entrou pro top 3 porque já tem algum tempo que ele não me influencia em nada a não ser piadas. :P&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3 - O vampiro antes de Drácula (Marta Argel e )&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um ensaio sobre os vampiros na literatura antes da publicação do livro Drácula (o que, você não sabia que existiam?&amp;nbsp;ಠ_ಠ) com uma série de contos escolhidos entre os que os autores acharam ser o melhor da literatura vampírica do século XIX pré-Drácula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já sabia de muito do que foi falado, e li muita coisa nova nesse livro, também. Acho uma leitura super-hiper-mega-válida para metade dos críticos que ficam de "mimimi, vampiros têm que ser assim, vampiros têm que ser assado, mimimi, essa geração tá perdida" e para muitos autores que saem copiando e/ou flanderizando VtM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2 - Carmilla (Sheridan Le Fanu)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aaaaaah, os clássicos. Não estão nessa posição porque eu acho que tudo o que foi feito depois é pior. Estão nessa posição porque gosto deles e pronto. Eles permitem uma liberdade que os trabalhos posteriores tiraram um pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não acontece nada de muito eletrizante em Carmilla, e, ainda assim, é uma história poderosa. Foi depois de ler que eu criei a Bessie, em &lt;a href="http://bramevlad.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Bram &amp;amp; Vlad&lt;/a&gt;. A personagem-título é interessante, e a novela tem algo que muitos tentam, mas não conseguem criar: atmosfera. É uma atmosfera meio sinistra, meio inquietante, com um toque de exotismo. Acho que se pode dizer que é uma atmosfera gótica, mas em um nível que só alguém que viveu na Inglaterra do século XIX consegue criar. Aliás, eu acho esse o erro de muito escritor recente: tentar imitar uma atmosfera de um tempo que a pessoa não viveu, nem vivenciou, ao invés de tentar criar sua própria atmosfera sinistra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, Carmilla é uma novela tensa, e muito interessante. E só por ter vários elementos que iriam mais tarde alcançar seu ápice em Drácula, já merece uma menção honrosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1 - Drácula (Bram Stoker)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que esse é meu livro preferido? Primeiro, por ser um dos únicos que me fez torcer de verdade pelos humanos e não pelo vampiro. Segundo, porque adoro vários dos personagens, mesmo que metade deles sejam só clichês andantes com um nome pregado. A outra metade faz valer a pena. E terceiro porque ele pega aquela atmosfera de Carmilla e eleva à décima potência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sério, Drácula ainda não perdeu o posto de uma das melhores histórias de vampiros de todos os tempos e não é à toa que o Conde é uma figura tão icônica da Era Vitoriana. Acho que não posso dar um testemunho maior do quanto amo esse livro do que ter nada menos que &lt;a href="http://bramevlad.blogspot.com/" target="_blank"&gt;um blog de tirinhas que é basicamente uma fanfic de Drácula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------------------------&lt;br /&gt;E é isso. Mais uma vez: esses foram os livros que me marcaram, na ordem de significação que tiveram para mim. Não fiz esse top 10 com base em qualidade, originalidade ou o que quer que seja, mas na ordem do quão interessante achei a leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, por que Crepúsculo não entrou? Eu já disse, é uma flanderização de Anne Rice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Flanderização é quando você pega um traço da personalidade de um personagem e exagera até o personagem virar uma caricatura. Foi divertido ler a série Crepúsculo, admito, mas não trouxe muitos elementos novos para a minha bagagem. Pelo menos, não o bastante para merecer estar no top 10. Histórias de amor entre vampiro e humana, já li melhores (A Marca da Serpente, por exemplo), histórias envolvendo vampiros e adolescentes, idem (n mangás, só para começo de conversa), o Louis da Anne Rice meio que brilha ao luar, e rivalidade vampiros x lobisomens, dá até preguiça de contar. Ainda assim, ao codificar esses elementos, a obra de Stephenie Meyer provavelmente figuraria em uma lista de obras que acho importantes para entender a literatura de vampiros, por mais que doa no coração de muita gente de mente mais estreita. Desenvolvo isso mais em outro dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto você lê este post, estou preparando um top 10 (talvez 20) de vampiros em outras mídias, e um top 10 livros de vampiros que eu gostaria de ter lido, mas o din-din não deixou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer hora estarão aí.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-8971848782016362456?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/8971848782016362456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=8971848782016362456' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/8971848782016362456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/8971848782016362456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2012/01/meus-top-10-livros-de-vampiros.html' title='Meus top 10 livros de vampiros'/><author><name>Adriana Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16572428234265609319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_UnbxAU-wBKQ/R98wY5oqbvI/AAAAAAAAAGs/4e9bww17fSw/S220/eu+zoom.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-2495126290190327262</id><published>2012-01-10T14:34:00.000-08:00</published><updated>2012-01-10T15:08:48.639-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Neon Azul, ou Cris me odeia</title><content type='html'>Postei essa tirinha só porque a Cris me desafiou a fazê-lo. E porque quem lê blogs como esse aqui é nerd o bastante para não poder tirar sarro da minha cara sem levar uma de volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Neon Azul, romance do Eric Novello, é um tal de "romance fix-up" &lt;em&gt;noir&lt;/em&gt;, o que é um nome bonitinho para um punhado de contos interligados que acontece em um mesmo universo. No caso, o universo do bar Neon Azul e seus frequentadores bizarros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-hG6pG3yVasU/TwzE7EfQGnI/AAAAAAAAAfA/eMYJ2aXjDRI/s1600/ragecomic.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://2.bp.blogspot.com/-hG6pG3yVasU/TwzE7EfQGnI/AAAAAAAAAfA/eMYJ2aXjDRI/s640/ragecomic.png" width="440" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Eu tenho hábitos noturnos por natureza, não porque fico na internet a madrugada inteira. E tenho um sobretudo preto cheio de botões legais. O que mais preciso pra ser&lt;/em&gt; noir&lt;em&gt;?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-2495126290190327262?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/2495126290190327262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=2495126290190327262' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/2495126290190327262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/2495126290190327262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2012/01/neon-azul-ou-cris-me-odeia.html' title='Neon Azul, ou Cris me odeia'/><author><name>Diego Mercier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03941903541232299196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-l5tQpmYeTL4/TayMo1-7i3I/AAAAAAAAAAM/_w9B5sF3psU/s220/Diego%2Bcorpo%2Btodo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-hG6pG3yVasU/TwzE7EfQGnI/AAAAAAAAAfA/eMYJ2aXjDRI/s72-c/ragecomic.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-5125817684513313266</id><published>2011-12-17T16:39:00.000-08:00</published><updated>2011-12-17T19:50:01.950-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Mini-review do Kindle 4</title><content type='html'>Plantão especial no blog do Conservatório!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comprei um Kindle 4 de autopresente de Natal e achei legal fazer um review aqui. \o\&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tá, é melhor começarmos devagar. Nem todo mundo sabe o que é um kindle, então, vamos explicar. Curto e simples, o kindle é um aparelho que te permite ler ebooks (vulgos livros virtuais). Antes que algum MacChato venha falar que "blablabla o iPad faz isso, fora o iPad nada mais é necessário blablabla", é preciso explicar: o iPad é um tablet. O kindle PARECE um tablet, mas está longe de ser um. O kindle serve pra ler livros, e só. Por outro lado, o iPad até pode ser usado pra ler ebooks, mas a tela luminosa faz todos que tentaram ler livros nele reclamarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tela do kindle tem uma tecnologia chamada "e-ink", que permite que a tela seja fosca e sem brilho. Com isso, ele parece com uma página impressa.&amp;nbsp;O Mushi-san comprou um quando ele ainda era Kindle 2, e fez um review muito bom de três partes. Vou dar o link pras três partes aqui, visitem e conhecerão melhor o kindle. LEIAM, porque vou me focar nas diferenças do meu kindle pro dele. Não tem sentido eu escrever de novo tudo o que o Mushi disse e muito bem dito. :P Podem ir lá, eu espero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 1:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.mushi-san.com/geladeira/2010/08/o-review-do-kin.php"&gt;http://www.mushi-san.com/geladeira/2010/08/o-review-do-kin.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Parte 2:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.mushi-san.com/geladeira/2010/12/o-review-do-kin-1.php"&gt;http://www.mushi-san.com/geladeira/2010/12/o-review-do-kin-1.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Parte 3:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.mushi-san.com/geladeira/2011/01/o-review-do-kin-2.php"&gt;http://www.mushi-san.com/geladeira/2011/01/o-review-do-kin-2.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Comparativo do kindle com outros leitores de ebooks:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.mushi-san.com/geladeira/2010/08/gato-sabido-e-p.php"&gt;http://www.mushi-san.com/geladeira/2010/08/gato-sabido-e-p.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram? Mesmo? Se não, que coisa mais feia! Voltem lá e cliquem! ò.ó&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora? Foram? Beleza, vamos continuar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, como consegui meu kindle? Bom, minha mãe me chamou a atenção para uma oferta de kindle num site de cupons. De R$990,00, ele estava saindo a R$300,00. Apesar de R$990,00 ser um preço inflacionado, o preço do cupom estava até bem razoável. Nos States, o preço do Kindle 4 com spam (explico isso mais tarde) é US$79,00. Convertido para reais, mais impostos de importação (o Mushi mostrou uma notinha dizendo que são mais de duzentos reais de impostos, embora isso seja flutuante), um Kindle 4 dificilmente sairia no Brasil por menos de R$400,00. Sendo assim, comprei o cupom e esperei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi uma novela até eu ter em mãos o aparelhinho. Demorou o dobro do tempo previsto pelo site, mas chegou. Não vou dizer qual site que foi. Não foi traumática para mim a espera, mas um amigo meu, apesar de receber o kindle um dia antes de mim, quase infartou (hehe). Sendo assim, não vou me responsabilizar pela reputação do site, nem dar uma dica que possa dar dor de cabeça para alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início, pesei bem a decisão. O Kindle 4 é bem mais básico que o Kindle 2 e eu não sabia se valia a pena. Para começar, o 4 não tem saída de som. Até aí, tudo bem. Não sou de ouvir música enquanto leio e nem sou deficiente visual. Bom, e mesmo que fosse, tenho um celular com tocador de mp3, não preciso de outro tocador de mp3. A falta que eu achava mais grave era o teclado. Vejam a carinha do Kindle 4:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/--c10gF7kT3U/Tu0s7g4OoRI/AAAAAAAAAds/Jb2xsjvKrec/s1600/Imagem0476.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/--c10gF7kT3U/Tu0s7g4OoRI/AAAAAAAAAds/Jb2xsjvKrec/s200/Imagem0476.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-1RSn9wINTAY/Tu0s-bV6DAI/AAAAAAAAAd0/mZLvvb9HUIo/s1600/Imagem0477.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-1RSn9wINTAY/Tu0s-bV6DAI/AAAAAAAAAd0/mZLvvb9HUIo/s200/Imagem0477.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Pequenininho, né? E sem o teclado. :(&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mas depois que pensei bem... Ele é um aparelho de LEITURA. Não é pra entrar na internet (pra isso servem os tablets), e nem sou do tipo que fica digitando notinhas no livro. Pra falar a verdade, mesmo no kindle com teclado, é chato colocar essas notas. Assim, acabei vendo que valia a pena comprar o 4 sequinho. Naturalmente, quem está lendo esse review e preferir um kindle mais completo, existe toda uma linha lançada juntamente com o Kindle 4:&amp;nbsp;o Kindle Keyboard, &amp;nbsp;com teclado, o Kindle Touch, que tem tecnologia touchscreen, o Kindle 3G, com cobertura 3G (duh!) e até o Kindle Fire, que é um tablet de custo beeeem mais baixo que o iPad.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, no terreno das vantagens, o Kindle 4 (e os demais de sua linha) têm tradução para o português e dicionário em português! :D A tela inicial do kindle lista os livros que você tem armazenados. Quando você aperta o botão menu (o primeiro à direita do direcional), surge esse menu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-QyWyp86wZs8/Tu0u2owMuFI/AAAAAAAAAd8/LfSbYL3iNs8/s1600/screen_shot-23187.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-QyWyp86wZs8/Tu0u2owMuFI/AAAAAAAAAd8/LfSbYL3iNs8/s320/screen_shot-23187.gif" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Screenshot gentilmente cedida pelo meu amigo infartado. xD&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Onde está escrito "Experimental" fica o navegador do kindle, que você usa pra entrar na internet. Ele é muito primitivo e o teclado virtual (que você usa navegando com as teclas direcionais - dá trabalho) desencoraja um pouco seu uso. Mas é bom saber que ele está ali, para você baixar livros quando quiser. Apesar de não ter 3G, o Kindle 4 tem Wi-Fi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As propagandas. Sobre elas, só sofre desse mal quem encomendou um kindle pra um amigo nos EUA, porque quem importa via Amazon paga 30 dólares a mais e fica livre delas. Mas, se você, como eu, foi "premiado" com o kindle com spam, tem que enfrentar isso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ATL79mtiVUM/Tu0u6ynHB3I/AAAAAAAAAe0/SijD1HdvK2E/s1600/screen_shot-63801.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-ATL79mtiVUM/Tu0u6ynHB3I/AAAAAAAAAe0/SijD1HdvK2E/s200/screen_shot-63801.gif" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-YgDKFryN0fU/Tu0u3ApKz0I/AAAAAAAAAeE/b_l5oVw94zY/s1600/screen_shot-63770.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-YgDKFryN0fU/Tu0u3ApKz0I/AAAAAAAAAeE/b_l5oVw94zY/s200/screen_shot-63770.gif" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Com propaganda e sem propaganda&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;...que nem é grande coisa, admito. Só um bannerzinho no fim da página. O graaande problema é que pôsteres de propaganda substituem a proteção de tela bonitosa do kindle. D: (Não dá pra tirar screenshot pra mostrar, mas, em resumo, a proteção de tela é o desenho que o kindle mostra quando está desligado. Ter propagandas como proteção de tela é ter seu kindle funcionando como um folheto de anúncio ao ser desligado.) Dizem que tem como contornar isso. Por ora, vou ficar quietinha até ter certeza de que funciona sem bugs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;Sobre o uso do kindle propriamente dito: o Mushi resumiu muito bem isso no review dele. Só vou frisar o quanto você deve ter&amp;nbsp;cuidado com pdfs: Abaixo, um exemplo de pdf que deu errado (o da direita - juro que não usei photoshop pra pôr o FFFFUUU, isso é da minha monografia. xD) e de um que deu certo (à esquerda). Não dá pra saber de antemão qual pdf vai sair bem ou não, então, é tentativa e erro. Mas dica: pdfs com fonte times 12 ou arial 10 provavelmente vão sair beeem ruins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-b4Q4NMxbbcI/Tu0u4TOmyII/AAAAAAAAAeU/TAHg8kJaJLo/s1600/screen_shot-63797.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-b4Q4NMxbbcI/Tu0u4TOmyII/AAAAAAAAAeU/TAHg8kJaJLo/s200/screen_shot-63797.gif" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-crrxiUK1gJo/Tu0u4_Hy3BI/AAAAAAAAAec/jVAKs2KuhI4/s1600/screen_shot-63798.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-crrxiUK1gJo/Tu0u4_Hy3BI/AAAAAAAAAec/jVAKs2KuhI4/s200/screen_shot-63798.gif" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Clique para aumentar e ver o estrago&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;O kindle é em preto e branco e tudo, mas isso não o impede de mostrar bem as ilustrações, mesmo que, originalmente, elas sejam coloridas. Abaixo, a capa do livro beta do Mushi. No DA dele, vocês podem ver o desenho original, colorido, para compararem:&amp;nbsp;&lt;a href="http://mushisan.deviantart.com/gallery/#/d3as6dy"&gt;http://mushisan.deviantart.com/gallery/#/d3as6dy&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/--PtD7iF5LNo/Tu0u5zxVy4I/AAAAAAAAAek/a3twZM0T2CE/s1600/screen_shot-63799.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/--PtD7iF5LNo/Tu0u5zxVy4I/AAAAAAAAAek/a3twZM0T2CE/s320/screen_shot-63799.gif" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Em resumo: o kindle não é tablet. Não serve pra entrar na internet, jogar, nem nada no gênero. Mas é uma mão na roda pra quem é viciado em leitura e não quer ler na frente de um computador. Já fiz o teste de ler nele, e cansa menos a vista que um livro de papel, por que o fundo não é branco e dá menos contraste com as letras. Cabe coisa pra caramba nele, ele é leve e prático. A falta do teclado, que me parecia um defeito, acaba diminuindo a poluição visual da tela e fazendo o kindle mais próximo de um livro. Os botões de passar a página ficam no lugar EXATO em que meus dedões tocam quando seguro normalmente o aparelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você estiver querendo um leitor de ebooks, pode comprar o kindle sem medo. Repetindo bem repetido: ele lembra um tablet no formato, mas não é um iPad, nunca quis ser um iPad, e não compete com o iPad. Ele é, para quem gosta de ler, o que o tocador de mp3 é para quem gosta de ouvir música, nada mais e nada menos. E cumpre muito bem esse papel.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-5125817684513313266?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/5125817684513313266/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=5125817684513313266' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/5125817684513313266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/5125817684513313266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2011/12/mini-review-do-kindle-4.html' title='Mini-review do Kindle 4'/><author><name>Adriana Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16572428234265609319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_UnbxAU-wBKQ/R98wY5oqbvI/AAAAAAAAAGs/4e9bww17fSw/S220/eu+zoom.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/--c10gF7kT3U/Tu0s7g4OoRI/AAAAAAAAAds/Jb2xsjvKrec/s72-c/Imagem0476.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-7295959330401619098</id><published>2011-12-11T19:41:00.000-08:00</published><updated>2011-12-11T19:52:29.248-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Annabel &amp; Sarah, Y U NO?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Seguindo com as tiras, essa história, eu vi acontecer. Envolve o Dario, que usa esse topete desde antes de isso ser socialmente aceitável, e a Flávia, que é a própria Derpina encarnada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-yx1rZykXwvk/TuV5_uoVLFI/AAAAAAAAAdk/uwVir4gGV7I/s1600/annabel.PNG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://3.bp.blogspot.com/-yx1rZykXwvk/TuV5_uoVLFI/AAAAAAAAAdk/uwVir4gGV7I/s640/annabel.PNG" width="440" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Em defesa do Dario, quase todos os garotos, enganados pela capa rosa, reagem dessa forma. E não, esse não é o Jim real na foto. Nós, não-humanos, temos que zelar pela segurança das identidades uns dos outros.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-7295959330401619098?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/7295959330401619098/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=7295959330401619098' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/7295959330401619098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/7295959330401619098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2011/12/annabel-sarah-y-u-no.html' title='Annabel &amp; Sarah, Y U NO?'/><author><name>Diego Mercier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03941903541232299196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-l5tQpmYeTL4/TayMo1-7i3I/AAAAAAAAAAM/_w9B5sF3psU/s220/Diego%2Bcorpo%2Btodo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-yx1rZykXwvk/TuV5_uoVLFI/AAAAAAAAAdk/uwVir4gGV7I/s72-c/annabel.PNG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-215792542702886455</id><published>2011-11-29T17:12:00.000-08:00</published><updated>2011-11-29T17:12:57.488-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornal d&apos;O Conservatório'/><title type='text'>Resenha de Eclipse ao Pôr-do-Sol e botando ordem na budega</title><content type='html'>Vocês devem se lembrar de que, há meses sem fim, eu dei ao Diego a permissão para postar no blog e a missão de resenhar uns livros por aí, certo? Ele veio todo empolgado e começou mesmo com o negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...Daí, o Blogger comeu dois posts dele com angu e ele ficou tão irritado que não quis mais nem saber de voltar aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o ano esteve meio ocupado e magro em termos de vontade de postar qualquer coisa em qualquer lugar, perdoei o Diego e deixei o blog de lado. Até que tive mais uma das minhas ideias geniais. Fazer resenhas... em quadrinhos. :D Isso foi o bastante pra atrair o Diego de volta. Ele decidiu que vai fazer as resenhas agora, e usando os quadrinhos. Como ele não desenha (e eu tenho duas tirinhas para retomar), vamos usar quadrinhos de memes. Sim. Faremos resenhas meméticas. Problem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que tiver uma folga, eu volto aos posts com artigos. Enquanto isso, divirtam-se com os memes dieguísticos. Andei vendo as tirinhas que ele está criando pra série especial de livros de vampiros. Em uma palavra? LOL.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O agraciado de hoje é alguém a quem esse blog deve resenha há muito tempo. Antonio Luiz M. C. da Costa entra aqui com seu livro de contos Eclipse ao Pôr-do-Sol. &lt;i&gt;Enjoy&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-oS690KP1eXY/TtWCab6p6qI/AAAAAAAAAcs/b04iFOJF-L0/s1600/eclipse+por+do+sol.PNG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-oS690KP1eXY/TtWCab6p6qI/AAAAAAAAAcs/b04iFOJF-L0/s400/eclipse+por+do+sol.PNG" width="353" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Esse ciclo se repetia a cada conto. Exceto os &lt;strike&gt;poucos&lt;/strike&gt; sem partes quentes. Ah, e ele é bom de finais.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Nota: ***&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-215792542702886455?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/215792542702886455/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=215792542702886455' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/215792542702886455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/215792542702886455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2011/11/resenha-de-eclipse-ao-por-do-sol-e.html' title='Resenha de Eclipse ao Pôr-do-Sol e botando ordem na budega'/><author><name>Adriana Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16572428234265609319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_UnbxAU-wBKQ/R98wY5oqbvI/AAAAAAAAAGs/4e9bww17fSw/S220/eu+zoom.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-oS690KP1eXY/TtWCab6p6qI/AAAAAAAAAcs/b04iFOJF-L0/s72-c/eclipse+por+do+sol.PNG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-6157175096683975185</id><published>2011-04-16T09:50:00.000-07:00</published><updated>2011-04-17T18:42:45.471-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='André Vianco'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Sob nova direção e X-Men: First Night Class</title><content type='html'>Que raios de paradez é essa?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é muita boniteza? Menina vem, cria um blog pro Conservatório, não chama ninguém de lá e ainda deixa o troço ficar às moscas. Bonito, hein?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, eu sou o Diego, minha mãe é a diretora dessa bagaça e eu estou entrando na equipe desse blog pra ver se ele anda. É um blog de literatura e talz. Não sou a melhor pessoa pra se falar sobre escrever, porque nunca escrevi nada fora da sala de aula. Mas sei lá, vou ver o que posso fazer. A Adriana me deu a ideia de dar dicas de leitura, e acho que vou fazer isso. Não tenho saco pra fazer resenhas nos moldes que meu professor de literatura manda, mas acho que posso dar a qualquer um uma boa ideia se ele quer ler certo livro ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até agora, o blog vem falando de escrita, vampiros, jovens, vampiros, etc. OK. Vou dar minha opinião técnica sobre um livro de vampiros famosinho aê que eu li e achei que valia a pena comentar. Na verdade, é um livro dividido em dois volumes, por assim dizer: &lt;em&gt;Os Sete&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Sétimo&lt;/em&gt;, do André Vianco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Os Sete&lt;/i&gt; começa arrastado. Uns mergulhadores desempregados acham uma caixa de prata com uns nomes nela: Inverno, Acordador, Tempestade, Lobo, Espelho, Gentil e Sétimo (não necessariamente nessa ordem). Não, essa não é a lista de chamada de X-Men: First Class. Mas acho que chega perto. Continue lendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A caixa tem instruções em várias línguas que são algo como "não abra, ou o apocalipse vai ser desencadeado". Como são humanos, é CLARO que eles abrem a caixa sem tomar nenhuma precaução. Dentro dessa caixa, tem sete cadáveres mumificados. Se você não percebeu que são vampiros, sai dessa caverna enquanto é tempo. Bom, isso é importante porque, na ficção, tem um campo de distorção de probabilidade em torno dos vampiros que faz com que as chances de alguém sangrar perto deles aumente 500%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui não é diferente, e vemos a mocinha da história (uma das únicas mulheres do livro INTEIRO, na verdade) ter sua participação mais útil da trama: ela se corta acidentalmente numa serra enorme e deixa o sangue cair na caixa. Essa é só a primeira das várias estupidezes que virão. Depois disso, um bando de cientistas amadores e irresponsáveis deixam um cadáver voltar a vida e destruir tudo em volta sem tomar nenhuma providência decente. É nesse ponto, um punhado de páginas chatíssimas depois da capa, que a história começa de verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lugar começa a se resfriar cada vez mais rápido (mesmo levando em conta que a história se passa no Sul do país), até que descobrimos que os nomes na caixa são os codinomes dos vampiros dentro dela, e que combinam com o poder de cada um. Como eu disse antes, X-Men: First Night Class! Os vampiros aqui não são qualquer um, não senhor, são os ancestrais diretos dos alunos do Prof. Xavier. Aposto que seu mundo caiu, agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do showzinho do Inverno, temos basicamente três linhas narrativas: os mocinhos (bleeeeeeeeeergh), os militares e os vampiros despertos (logo, o primeiro a despertar, Inverno, se junta ao Acordador, que pode criar zumbis. Êêê.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A linha dos mocinhos, de maneira geral, é chatééééérrima. Consiste no mocinho &lt;a href="http://tvtropes.org/pmwiki/pmwiki.php/Main/GenreSavvy"&gt;&lt;em&gt;genre savvy&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; fugindo à toda brida com a mocinha Brasil a dentro, repetindo o quanto a ama e a quer fazer feliz, vendo a inútil ser sequestrada e indo atrás dela depois. Sério, 9 de cada 10 falas dele são a respeito de ele querê-la segura e do lado dele. É patético. Cruzes. Irc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A linha dos milicas é um pouco mais legal, mas é construída naquele clichê hollywoodiano de caras de uniforme morrendo às pencas enquanto enfrentam ameaça sobrenatural/alienígena, enquanto um civil durão faz todo o serviço com menos da metade do armamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A terceira linha é a mais legal. E não é porque é protagonizada por vampiros, mas porque é protagonizada por vampiros renascentistas descobrindo os tempos modernos. Vez por outra, de uma maneira bem engraçada. Eles começam como vilões, mas viram meio que anti-heróis nessa hora. Eu sempre torço pelos vampiros, nos livros, especialmente quando os humanos são idiotas, e nesse livro, os humanos são idiotas ao cubo. Faça as contas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas três linhas, a ação é cinematográfica e abundante. É fácil vencer o calhamaço. A única coisa que fica irritante depois de algum tempo é a tentativa do Vianco de subverter a todo custo aquela coisa de "só morre quem não tem nome". Papagaios, ele dá nome até ao cara que vai ser morto dois parágrafos adiante e mostra pedacinhos da vida dele. É de enlouquecer! Gaaaah!.......&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*volta do ataque epilético*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim. O fim de Os Sete é um simples prólogo para Sétimo. Nesse livro, o vampiro homônimo, ao contrário de seus "irmãos", ao invés de tentar voltar para Portugal na tocaia, sem chamar a atenção, começa nada menos que um exército, pra tentar dominar o mundo. Pra tentar se dar bem nessa empreitada, ele é guiado por um daqueles vampiros emo que ficam choramingando a cada cinco minutos que se tornaram monstros, mas nunca fazem um mindinho de esforço pra conseguir sangue de forma não-letal. &lt;em&gt;Posers&lt;/em&gt; preguiçosos e idiotas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As linhas aqui são ligeiramente diferentes. Temos a linha narrativa do Sétimo, que é um Drácula &lt;em&gt;teen&lt;/em&gt;, com direito a noivas vampiras gostosas (que têm como única utilidade real fazer poses sensuais, provocar os mocinhos e seduzir os incautos pra beber o sangue deles - como as noivas do Drácula). Pense num aborrecente mimado e imagine que ele virou um vampiro com superpoderes &lt;em&gt;from hell&lt;/em&gt;: esse é o Sétimo. Dá pra sentir simpatia por ele, assim com dá vontade de meter a mão na cara dele e mandar ele tomar tento e virar gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na linha do vampiro emo, as coisas estão bastante animadas, mas menos que nas outras. Afinal, ele é o mocinho desse livro, e a linha dos mocinhos é a mais chata por contrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos a linha dos vampisomens (os lobisomens do livro são vampiros que viram lobisomens na lua cheia), que é bem legal e cheia de órgãos voando. Linda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A linha dos militares evoluiu de "bucha de canhão" para "bucha de canhão + cientistas nazistas", e o militar durão do primeiro livro foi promovido a Capitão Nascimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, temos a lista dos caçadores de vampiros, que são um mercenário e um descendente do maior inimigo dos vampiros do primeiro livro, um maluco que se veste de armadura de prata (!). E vou te falar, eles chutam bundas com estilo.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sétimo&lt;/em&gt; é bem mais movimentado que &lt;em&gt;Os Sete&lt;/em&gt;. E bota mais nisso. Você devora o livro. Há uma evolução notável do autor ao longo dos dois. Ao fim de Sétimo, fica claro para mim que a mensagem dos dois volumes é: "Humanos são inúteis, a menos que sejam machos incrivelmente durões. Vampiros ruleiam! Heeeeell yeeeah!". Uma admirável mensagem, se quer saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dou nota 7/10 pro conjunto. Os livros são cinema escrito, pra resumir. Não espere escrita primorosa, desenvolvimento de personagens, dramas profundos e toda essa parafernália de livros cults. Tem todos os clichês, vantagens e desvantagens de um bom filme de ação. O TOC do Vianco de dar nome pros figurantes é um saco, o que só é compensado com sua total impiedade com os protagonistas. Cara, conheci poucos autores tão carniceiros quanto ele entre os protagonistas, e isso é sempre um refresco. Recomendadíssimo pra qualquer um que goste de um bom shonen, mas não para aqueles que procurem originalidade, escrita exemplar ou personagens profundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pronto. Tem uma pilha de livros que a Adriana me deu e mandou ler pra recomendar (positivamente ou negativamente) pra vocês. Tem muitos, mas vou fazer uma enquete ali no lado com os que mais me chamaram a atenção para a próxima coluna. Vote, ou vou falar sobre Crepúsculo. E você não vai gostar, porque vou te chamar de idiota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tá esperando o quê?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-6157175096683975185?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/6157175096683975185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=6157175096683975185' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/6157175096683975185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/6157175096683975185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2011/04/sob-nova-direcao-e-x-men-first-night.html' title='Sob nova direção e X-Men: First Night Class'/><author><name>Diego Mercier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03941903541232299196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-l5tQpmYeTL4/TayMo1-7i3I/AAAAAAAAAAM/_w9B5sF3psU/s220/Diego%2Bcorpo%2Btodo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-7276115650189303694</id><published>2011-01-27T15:41:00.000-08:00</published><updated>2011-01-27T15:41:05.112-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornal d&apos;O Conservatório'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre escrever'/><title type='text'>Novidades novas e antigas - Algumas lições do escrever</title><content type='html'>Pessoal! Depois de um período de trabalho intenso, que terminou com a escrita d’O Conservatório, caí num período em que eu mal quis tocar na coisa de novo. Agora, uns seis meses depois do último ponto final, que culminou com a versão 3.1.1 da história, resolvi reler o filhote, porque... Deu vontade, oras. u_u&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira notícia é que eu mudei (já tem um tempo) o nome da história. Eu tava achando O Conservatório um título com cara de paisagem (sem trocadilho), e resolvi mudar para um mais significativo: &lt;strong&gt;Noturno em Sol Maior&lt;/strong&gt; (com trocadilho). Tem um Sol Maior muito importante na história, o que faz com que o título acabe ficando adequado. O nome do blog não vai mudar, afinal, continua tendo um conservatório na história. :P&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente, me deu uma comichão de falar da história, então, vou fazer uns posts especiais. Nesse aqui, quero falar sobre livros muito importantes que já escrevi e as lições que aprendi com eles. Eles nunca serão publicados, mas, sem eles, eu não tava aqui batendo a cabeça com escrita até hoje. Todo mundo que brinca de escrever (e, ocasionalmente, trabalha com isso) deve ter livros que serviram de treino pra escrita antes de arriscar pensar em publicar algo. Façam comigo essa viagem de nostalgia e dividam suas histórias nos comentários, se quiserem. :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;1 – O livro que me ensinou que eu também podia escrever.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um belo dia, a nossa professora de Português da sexta série propôs que fizéssemos uma “feira literária” na nossa sala de aula, onde teríamos que contribuir com um mini-livro ilustrado, feito por nossas próprias mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o momento, eu já tinha escrito redações e até fantasiado escrever um livro. Mas era algo distante: minhas fantasias de abrir um canil para vender pastores de Shetland eram igualmente vívidas (é, pois é). Foi quando tive o produto final de meus esforços literários em mãos que tive o momento de iluminação: “Ei! Eu não preciso escrever só redações de escola! Eu posso fazer alguma coisa além!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A “obra” é essa abaixo. O desenho da capa é da minha mãe (!), a partir de um decalque &lt;a href="http://www.sebodomessias.com.br/loja/imagens/produtos/produtos/8840_555.jpg"&gt;dessa capa&lt;/a&gt; de Menino de Engenho. As ilustrações internas são minhas. Vejam só que &lt;em&gt;looshoo&lt;/em&gt;. Conta um experimento de um menino-cientista-louco que não deu lá muito certo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UnbxAU-wBKQ/TUICB7ndfcI/AAAAAAAAASk/vEqZQeS1JKE/s1600/desenho1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" s5="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UnbxAU-wBKQ/TUICB7ndfcI/AAAAAAAAASk/vEqZQeS1JKE/s320/desenho1.JPG" width="248" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;No dia da exposição dos livrinhos, só eu peguei o meu pra reler e admirar. :P Nesse dia, aprendi uma valiosa lição: &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;em&gt;Não importa o quanto você se esforce para criar uma história e para ilustrá-la. Não importa o quanto você corra atrás para tê-la na banca junto com as outras e quantas peripécias você passe para encaderná-la a tempo: se colocam seu livro em exibição junto com livros de vampiros, ninguém vai mexer nele. Pelo menos, sempre vai restar em você a satisfação interna de que você criou sua história e seus personagens, e não resumiu e ilustrou a trama de um filme. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;(Pra ser honesta, eu mesma só peguei pra ler os livros dos meus coleguinhas que tinham vampiros e terror. :P E isso foi em 2000, bem antes de Crepúsculo surgir.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2 – O livro que me ensinou que eu tinha que perseverar&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano seguinte, continuei com a mesma professora, que organizou de novo a feirinha. Dessa vez, eu tinha criado vergonha na cara e comprado revistas de “como desenhar mangá”, pra fazer a ilustração da capa. E o Eduardo, o personagem do livro anterior, tinha ganhado uma nova história, outra aparência, o Daniel virou irmão dele (antes, eles eram amigos), entre outras coisas. É incrível ver como amadureci e aprofundei o personagem em coisa de um ano. Resolvi contar essa história de como os dois irmãos estudaram até a quarta série num internato, e as coisas esquisitas que aconteceram lá (Chiquititas pode ter influenciado nisso...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse desenho na capa é meu quarto desenho em estilo mangá. :P Os dois primeiros são desenhos dos personagens dessa história, sendo o primeiro uma menina dura como um pau e dos dois outros, praticamente iguais aos dessa capa. :P&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UnbxAU-wBKQ/TUIBwM2iA2I/AAAAAAAAASg/FFx9vfMPLZU/s1600/capa2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" s5="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UnbxAU-wBKQ/TUIBwM2iA2I/AAAAAAAAASg/FFx9vfMPLZU/s320/capa2.JPG" width="247" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Veio a exposição e... De novo, nem mexeram no bichinho. A lei natural da prevalência dos vampiros agiu de novo, e convenhamos... Fui praticamente a única naquele recinto que leu mais do que dois livrinhos. Meus colegas simplesmente não estavam nem aí, não eram metade da traça de livros que eu era. Tipo, quem quer ler os garranchos de seu próprio coleguinha, ao invés de um livro bonitão na livraria? Exceção honrosa foram um livro de vampiros canibais com ilustrações de membros decepados e um resuminho ilustrado de Terror em Amytville, que foram campeões de leitura. Esse livrinho era um legítimo “combustível de pesadelos, o livro de colorir”. Eu TIVE pesadelos com o porco fantasma satânico na janela (Samael, você não é o único a temer porcos satânicos, veja só). *medo*&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;em&gt;Lição número dois: não importa o quanto você melhore de um livro pro outro em escrita e ilustração, você nunca será páreo para um livrinho de vampiros com sangue na capa. Ou para um livro com porcos satânicos.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;3 – O livro que me ensinou que eu podia terminar uma história longa...&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Entre o livrinho do item 2 e esse, existiu a fic de pokémons vampiros. Eu falo mais dela &lt;a href="http://oconservatorio.blogspot.com/2010/06/estilizando-o-vampiro-parte-final-ou.html"&gt;em outro lugar&lt;/a&gt;. Mas ela era uma história pequena. Livro, livro, mesmo, escrevi um foi no meu diário do Mickey com páginas perfumadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...Eu tinha um diário do Mickey com páginas perfumadas, ok? Presente de aniversário. Cheguei a escrever nele por algum tempo usando um código secreto (tão secreto quanto pode ser um código em que uma árvore simboliza o “a”, uma estrela o “e”, uma igrejinha um “i” e por aí vai...), mas enjoei rápido e as páginas ficaram ali dando sopa. Daí, resolvi preencher com uma história de detetives que eu estava maquinando já há bastante tempo. Sempre tinha sido uma história para me entreter, e eu nem sonhava em torná-la “séria”, escrevendo. Bom, toca a experimentar, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase enchi o diário com a história (ainda sem nome), que narrava as desventuras de Juliana, uma moça carioca que tem seus pais presos inesperadamente por tráfico de drogas e acaba indo morar com o irmão (que tinha sido tirado dos pais antes da Juliana nascer, justamente porque eles o negligenciavam para dar festas e vender drogas e, revoltado, acabou virando policial). Daí, ela vai pra Ouro Preto e acaba caindo de cabeça numa trama agathachristiniana, com direito a um ruivo baixinho com sotque francês (me processem).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A premissa é 800% mais legal que a execução, confesso. :P Poxa, é uma história escrita por uma menina de 13 anos num diário perfumado do Mickey. :P&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A lição aprendida foi: o que quer que você escreva, escreva até o fim, mesmo que morra de preguiça o tempo todo. Isso te dá confiança de tentar vôos maiores.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;4 – ...E que ela possivelmente vai ter que ser reescrita depois...&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...Daí, dois meses depois de terminar a história do diário do Mickey, eu comecei a achar mais furos que os de uma peneira e decidi reescrever. Doeu contemplar o tamanho da tarefa, mas eu não ia deixar a história tosca como estava. u_u&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa vez, ela foi batizada de “O Ramo de Oliveira” e escrevi em páginas de caderno avulsas. Foram entre 50 e 60 páginas manuscritas, e pior: em letra de forma com diferenciação entre maiúsculas e minúsculas, ao invés de letra cursiva. Eu levo o dobro do tempo escrevendo assim, embora fique mais legível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ampliei umas coisas, expliquei outras, tentei dar um ar mais realista... E transformei a cena de julgamento em uma ainda mais agathachristiniana, com os personagens todos reunidos na sala de estar de uma mansão. *-*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por muitas vezes, me amaldiçoei por estar refazendo o trabalho na unha, mas eu não ficaria satisfeita comigo mesmo enquanto continuasse vendo crateras que podiam conter o monte Everest com folga. As várias anotações nas margens das folhas, de compras a fazer, trabalhos a entregar, telefones e idéias para outras histórias mostram o quão longo foi o período em que me dediquei a reconstruir essa história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A lição é: reescrever algo que você acha que está grotescamente ruim é um trabalho de corno. Mas como compensam os resultados!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E, ainda assim, a versão 2.0 do Ramo de Oliveira não me deixou satisfeita. Mas a versão 3 é algo que ainda estou devendo a mim mesma. Talvez no futuro.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;5 – ...E que continuações são irresistíveis.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês pensam que só porque levei meses reescrevendo O Ramo de Oliveira e não fiquei apaziguada com a versão final que isso me impediu de escrever uma continuação? CLARO QUE NÃO! Peguei um diário perfumado com um pégaso voando em direção à Lua (eu ganhava um diário desses todo ano – também tenho um vermelho com dálmatas) e comecei O Gato Esmeralda, sobre o roubo de uma relíquia egípcia sob o nariz de várias pessoas. Com direito a um ladrão lupinesco, que rouba o troço só por esporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fato: não importa o quanto você encrenque com sua história. Na sua mente, ela SEMPRE vai ter uma continuação. Pode até não virar livro, mas vai ter continuação.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Gato Esmeralda é menos viajado e forçado que O Ramo de Oliveira, mas ainda assim... Bom, digamos que eu continuo usando o cadeado nos meus diários antigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bônus: algum tempo depois, escrevi um conto em três partes onde os personagens de O Ramo de Oliveira encontram o Eduardo e o Daniel. :D Crossover rulz! Ele tá online &lt;a href="http://recantodasletras.uol.com.br/contospoliciais/469030"&gt;aqui&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://recantodasletras.uol.com.br/contospoliciais/473595"&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://recantodasletras.uol.com.br/contospoliciais/478459"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Até que não me envergonha muito, embora precise de um bom polimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;6 – E, por fim, o livro que me ensinou que eu podia terminar uma história longa, e ela podia ser legal.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...E esse é O Conservatório, versão 1.0. :D Eu o publiquei em forma de folhetim na lista de discussão do Adorável Noite e foi a primeira vez que coloquei coisas minhas pros outros lerem. E a história foi comentada, vejam só. Por duas ou três pessoas, mas quem liga? *-*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o empurrãozinho de auto-estima que eu precisava para seguir em frente. Já contei essa história milhares de vezes antes, então, vou pular pra lição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Lição final: só um escritor sabe quantos livros se escondem por trás de um que ele mostra ao público.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até! o/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-7276115650189303694?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/7276115650189303694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=7276115650189303694' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/7276115650189303694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/7276115650189303694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2011/01/novidades-novas-e-antigas-algumas.html' title='Novidades novas e antigas - Algumas lições do escrever'/><author><name>Adriana Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16572428234265609319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_UnbxAU-wBKQ/R98wY5oqbvI/AAAAAAAAAGs/4e9bww17fSw/S220/eu+zoom.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UnbxAU-wBKQ/TUICB7ndfcI/AAAAAAAAASk/vEqZQeS1JKE/s72-c/desenho1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-2955837358877605192</id><published>2010-08-12T14:54:00.000-07:00</published><updated>2010-08-12T14:54:36.326-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Juvenil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre escrever'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Críticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crepúsculo'/><title type='text'>Os 5 grandes mitos sobre jovens e livros juvenis</title><content type='html'>Hoje, no blog do Conservatório, escolhi falar sobre uma coisa que tem me incomodado desde uma conversa no MSN. O cara leu a sinopse d’O Conservatório e, a partir dela, disse que era algo para “adolescentes idiotas”. Mais ou menos no mesmo dia, um moço no Twitter ficou surpreso por eu ter comentado que comprei Crepúsculo numa promoção de 9,90 do Submarino. Pensou que eu odiava o livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser que ele tenha pensado isso por conta de zoações no blog Bram &amp;amp; Vlad. Pode ser que o culpado tenha sido esse post. Mas eu fiquei incomodada. Fazer piada de uma coisa é odiá-la? Reconhecer as limitações dela significa que você não gosta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, o fato é que eu gosto da série Crepúsculo. Não me entendam mal. Gostar não é amar, o livro não está no meu top 30 livros preferidos e nem sequer no meu top 10 histórias de vampiros (vou divulgar qualquer dia). Mas eu gosto. Acho divertido pra se passar o tempo, e pra se acalmar os hormônios em fúria lá pelo meio do ciclo menstrual. (É, os homens definitivamente não entendem isso...)&lt;br /&gt;Agora, “adolescentes idiotas”? Caros amigos precocemente envelhecidos, que reclamam com todas as forças contra crepusculetes, emos e família Restart, o post de hoje é especialmente para vocês. Vou chegar de voadora nos cinco mitos mais recorrentes sobre adolescentes e livros juvenis. Proteja-se dos cacos ali atrás do muro de proteção, porque me baixou um humor Caçadores de Mitos, e vocês sabem que eles não detonam mitos apenas figurativamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Mito 1 – As adolescentes que soltam gritinhos quando o lobisomem aparece sem camisa no filme de Crepúsculo são menos inteligentes ou críticas que outras adolescentes que não exibem esse tipo de comportamento.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é um mito recorrente e é um tremendo de um preconceito. Os que perpetuam esse tipo de opinião geralmente são homens, e acho que sei por quê.&lt;br /&gt;Vamos voltar às aulas de biologia. O que é a adolescência biologicamente falando? Simples: entre outras coisas, é quando o ser humano fica sexualmente maduro e começa a produzir uma série de novos hormônios. Esses hormônios causam alterações de humor e cada sexo tem o seu, bem diferentes um dos outros.&lt;br /&gt;Os meninos são expostos a doses cavalares de testosterona. O efeito colateral disso, tipicamente, é um comportamento agressivo e/ou competitivo. Não é à toa que homens jovens gostam de games violentos, eles os ajudam a libertar esse excesso de impulsos agressivos que eles, talvez, não tenham outra forma de extravasar.&lt;br /&gt;Já as meninas vivem um misto de estrogênio e progesterona, se alternando ao longo do mês. É quando elas são apresentadas ao famigerado ciclo menstrual. Cara, se o misto de hormônios já bagunça a cabeça dos homens, pensem no que não faz na das meninas. Nós ficamos mais emotivas e desenvolvemos o hábito incontrolável de admirar garotos lindos (geralmente mais velhos), mesmo que só platonicamente. Aliás, eles nem precisam ser lindos de fato, nossa imaginação superfértil é que os faz assim. Nossos hormônios nos fazem agir como pavoas, babando pela cauda do pavão mais colorido. Mais tarde, nossos critérios para homens atraentes provavelmente vão mudar bastante, mas nesse momento de transição, é quase compulsivo.&lt;br /&gt;Sendo assim, os gritinhos ao ver garotos bonitos não têm nada a ver com maturidade ou inteligência, têm muito mais a ver com personalidade. Uma menina mais tímida não vai gritar, mas certamente vai ficar toda “aiaiai”, como diria Sakura Kinomoto. Tenham paciência com as gritadeiras e não as desprezem, isso é uma fase e passa. Se não estivessem gritando por Edward e Jacob, certamente estariam gritando por outro bonitinho com carinha de menino qualquer. (Nesse momento, estou tendo lembranças de mim mesma, com quatorze anos, assistindo Entrevista com o Vampiro. Aiai.)&lt;br /&gt;Vamos deixar claro: as forças que fazem as garotas gritarem por Edward Cullen são as mesmíssimas que fazem os garotos sentirem o que sentem quando estouram a cabeça de um zumbi num jogo ultrarrealista: hormônios. Vivam com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Mito 2 – Ah, mas os ataques das adolescentes contra o Stephen King por ter criticado a Stephenie Meyer, sim, são provas de pouca inteligência ou capacidade crítica.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Esse mito é recorrente entre homens e mulheres. E é coisa de quem esqueceu o que é ser adolescente. Já falei no mito 1 sobre a biologia da adolescência. Agora, vou falar um pouco na psicologia.&lt;br /&gt;Psicologicamente, a adolescência não é mais fácil que fisicamente. Até uns dias atrás, o indivíduo era uma criança bonitinha e todo mundo tinha paciência com ele. De repente, os adultos parecem pensar que aquela criança recebeu a visita da Fada da Maturidade, que, com sua varinha de condão, a transformou em um adolescente intelectual, educado, responsável e independente.&lt;br /&gt;Se você acreditava na Fada da Maturidade, más notícias. Ela não existe. A do dente, sim. A Madrinha, sim. Sininho, sim. Mas a da Maturidade, não.&lt;br /&gt;Adolescentes são aquelas mesmas crianças de antes, mas que de repente, passaram a sofrer doses cavalares e constantes de substâncias químicas reguladoras de humor e passam a ser tratados como mini-adultos, não como aprendizes de adultos. Então, eles têm que se virar com o que alcançam pra aprenderem sozinhos a serem adultos. É a hora que eles vão analisar friamente o comportamento dos adultos ao redor para tentar decidir o que vai entrar na constituição de sua personalidade ou não. É quando vão em busca de valores, de identidade, enfim, quando procuram vários modelos para absorver os conhecimentos do jogo que terão que jogar quando forem adultos de fato. Nessa idade, procuram amigos para trocar idéias e não terem que trilhar sozinhos esse aprendizado difícil e assustador.&lt;br /&gt;Nada mais natural que adolescentes tenham ídolos. Um ou vários, a gosto do freguês. Quando um adolescente escolhe um ídolo, ele está dizendo ao mundo que gostaria de seguir aquele modelo de vida. Daí, vem alguém e critica esse ídolo. Pra qualquer pessoa adulta, isso é algo normal, direito de expressão, e tal. Para um adolescente, que ainda não conhece as regras da vida social, isso é uma ofensa pessoal. O crítico não está criticando só o ídolo. Ao falar que esse ídolo é ruim, está criticando a capacidade do adolescente de escolher seus modelos.&lt;br /&gt;Trollagem adolescente é irritante, mas a gente tem que dar um desconto. O adolescente é o cara que foi obrigado a jogar um jogo sem saber as regras, e nem sempre tem alguém paciente do lado pra explicar se ele pode ou não jogar o dado e avançar uma casa. É preciso corrigir os adolescentes, sim, para ajudá-los a crescer. Mas nunca desprezá-los e dizer que são idiotas pelas coisas que fazem. Muitos trolls adolescentes, quando devidamente podados, se tornam pessoas muito inteligentes e razoáveis, boas de se conviver. Conheço alguns exemplos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando não se poda os trolls adolescentes, eles viram aqueles adultos barraqueiros e frustrados que todo mundo que já freqüentou fóruns na internet já conheceu. Portanto, ajude o bem estar da nação e trate com respeito e firmeza os adolescentes revoltados, não com desprezo e escárnio. A sociedade agradece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Mito 3 – As pessoas que aprendem a gostar de ler com Crepúsculo e outras modinhas não vão procurar os clássicos, só vai ficar em leituras semelhantes.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Oh, bem, claro, duh. Ninguém vai aprender cálculo diferencial e integral assim que aprende a somar. Tem um longo caminho a ser percorrido entre alguém que só lia as fofocas da revista e alguém que lê James Joyce. Logo depois de ler um livro pop, a pessoa vai querer outro livro pop. Pode levar anos até ela achar que esse tipo de leitura já deu o que tinha que dar e partir pra outras mais difíceis, com temas mais profundos.&lt;br /&gt;Muitas pessoas acham bonito esfregar na cara de crepusculetes que lêem coisas mais “intelectualmente superiores”, achando que, com isso, elas vão se sentir envergonhadas em gostar de Crepúsculo e ler outras coisas.&lt;br /&gt;Bom, você gostaria mais de Matemática se estivesse penando com seu dever de casa sobre inequações do segundo grau e eu dissesse que resolver uma integral tripla com coordenadas polares é algo que qualquer idiota conseguiria fazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Mito 4 – Escritores de livros juvenis e infanto-juvenis têm menos qualidade e mérito que os adultos.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;OK. Fechem todas as escolas. O que importa é a faculdade, porque ela que vai te dar especialização para um emprego. Para que submetermos as crianças a aulas chatas e maçantes de escrita em cadernos de caligrafia? Para que darmos a elas livros didáticos rasos e incompletos, que não informam todo o mecanismo bioquímico por trás da fotossíntese? É tão simples!&lt;br /&gt;É uma tendência humana incensar só quem deu as belas formas de uma casa, sem dar muito crédito a quem fez o trabalho braçal de erguer seus alicerces e fazer uma fundação segura e sólida. Pense em um cientista famoso qualquer. Você provavelmente encontrará quem foi o professor dele em sua especialidade. Pense em um escritor, e você terá uma lista de influências literárias e filosóficas que ele pode ter sofrido. Mas tente descobrir quem o ensinou a ler e escrever (caso não tenha sido a mãe ou alguém que teve uma história tocante ou interessante). Se essa pessoa não existisse, o cientista e o escritor em questão simplesmente não teriam trabalhado em seus campos de atuação, e seus nomes não teriam nos atingido. Ainda assim, os professores de ensino básico dessas pessoas são, em geral, ilustres desconhecidos.&lt;br /&gt;Não precisamos ir longe. Uma simples pesquisa entre seus conhecidos mostra o quanto ganha um professor primário e o quanto ganha um de ensino médio, como são valores díspares e como o trabalho de lançar as fundações do conhecimento na criança é visto como algo “fácil” e pouco digno de valor. Sendo assim, não é surpreendente que ainda haja quem pensa que não há necessidade de existirem autores de livros infanto-juvenis/juvenis/jovens adultos/best sellers. &lt;br /&gt;Volto a bater na tecla: a gente não aprende a gostar de ler do nada, já com um clássico complexo na mão. Se você não consegue entender como alguém lê os livros do Dan Brown feliz da vida, como coleciona todos os Paulos Coelhos sem remorso ou como essa pessoa torce o nariz pro Machado de Assis ou pro José de Alencar, dá pra simular isso muito bem. Pegue uma gramática de polonês e um dicionário polonês-português. Agora, pegue Guerra e Paz (ou outro similar, que você não tenha lido ainda) escrito em polonês e leia. Lá pela segunda semana, quando você não agüentar mais ler as cinco primeiras páginas pra entender o que está havendo, guarde Guerra e Paz e leia O Pequeno Príncipe em polonês.&lt;br /&gt;Dá para entender agora por que quem não é fluente em leitura prefere obras de linguagem simples, trama pouco complexa e tamanho relativamente pequeno, não?&lt;br /&gt;Com o tempo, você, caso faça esse experimento, vai ficar cada vez mais fluente em polonês e poderá, em certo ponto, pegar de volta o Guerra e Paz para ler. Mas não vão ser um ou dois livros simples que vão te habilitar a isso. Daí eu pergunto: o que seria de você se não fossem os autores que produziram os livros pequenos e simples a mancheias?&lt;br /&gt;Tudo bem, o autor de livros para crianças e jovens tem grandes chances de não entrar no rol de grandes nomes da literatura mundial, caso fique só nessa área. Entre outras coisas porque atualidade é algo que fisga muito os jovens em uma leitura, e a atualidade envelhece. Mas isso não significa que o papel desse autor é menos importante ou menos nobre que o de um autor de livros clássicos.&lt;br /&gt;E se você acha um absurdo que tais livros “para iniciantes em leitura” batam sempre recordes dos mais vendidos, em detrimento do que possuem mais qualidades acadêmicas, lembre-se de quantos coleguinhas começaram com você uma faculdade qualquer, e de quantos efetivamente terminaram. Nem todo iniciante se sente motivado a ir até o fim em algum aprendizado, então, é absolutamente normal que livros de “qualidade duvidosa” (tremo quando vejo isso) estejam sempre no topo dos mais vendidos. Provavelmente, sempre estarão, e acho que qualquer autor, não importa seu estilo, devia ficar feliz com isso. Quanto mais exemplares o best seller vende, maior a chance de novos leitores chegarem à “maturidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Mito 5 – Escrever livros infanto-juvenis é fácil.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Quando ouço isso e penso nos mais de cinco anos que passei mexendo no meu romance juvenil beta, dá vontade de bater na pessoa que professa esse mito. Sério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer dizer, a pessoa honestamente acha que, quando diz “estou escrevendo um juvenil”, isso imediatamente a isenta de todo e qualquer esforço de pesquisa, de composição de personagem e de verossimilhança da trama? Olha, isso em si já é um mito muito grande. Agora, quando ela ainda se justifica dizendo que “os adolescentes não vão notar, mesmo, eles engolem qualquer coisa”, aí, eu só tenho duas coisas a dizer: (1) Seu preguiçoso! (2) Seu babaca! Nunca subestime seu público-alvo, ele pode saber bem mais que você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eu disse nos mitos anteriores, escrever juvenil é uma escolha de tema e linguagem. Não é uma escolha de mais ou menos esforço, mais ou menos preocupação com a qualidade. Isso também se aplica a infantil, infanto-juvenil, e mesmo best sellers. Uma coisa é você reconhecer que as pessoas que vão te ler provavelmente ou vão estar atrás de entretenimento puro, ou estão dando os primeiros passos para serem leitores “maduros”. Outra, totalmente diferente, é achar que isso faz dessas pessoas um bando de idiotas, que não têm a mínima chance de saber como uma instituição do mundo real funciona, ou como uma pessoa apaixonada se comporta. Digamos que você escreva um livro juvenil que tenha uma guerra imaginária onde o Brasil tomou parte, e que não pesquise lhufas sobre nosso exército antes de escrever. O jovem médio pode até não entender como funciona a hierarquia do Exército Brasileiro, mas e se seu livro for lido pelo filho de um soldado? Que tal receber uma crítica arrasadora e embasada de um rapaz de 15 anos? Nem que seja para o bem do seu ego, respeite quem te lê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era isso, pessoal. Se tem algum mito que vocês achem importante e queiram detonar, os comentários estão abertos pra você. Faça bom uso!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-2955837358877605192?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/2955837358877605192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=2955837358877605192' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/2955837358877605192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/2955837358877605192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2010/08/os-5-grandes-mitos-sobre-jovens-e.html' title='Os 5 grandes mitos sobre jovens e livros juvenis'/><author><name>Adriana Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16572428234265609319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_UnbxAU-wBKQ/R98wY5oqbvI/AAAAAAAAAGs/4e9bww17fSw/S220/eu+zoom.bmp'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-120413262592951106</id><published>2010-06-02T22:10:00.000-07:00</published><updated>2010-06-04T11:18:25.941-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='background'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Críticas'/><title type='text'>Estilizando o vampiro - parte final, ou A crítica que criou um monstro</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Até&amp;nbsp;agora, comentei sobre algumas coisinhas importantes que fui aprendendo ao longo de todo o tempo que escrevo. Nos últimos dias, fiquei meio em dúvida se fazia a parte 3, contendo minha experiência pessoal,&amp;nbsp;ou deixava quieto na &lt;a href="http://oconservatorio.blogspot.com/2010/05/estilizando-o-vampiro-parte-ii-ou.html"&gt;parte 2&lt;/a&gt;, mas acabei decidindo que valia a pena investir na parte 3. Não tanto para cumprir a promessa feita desde a &lt;a href="http://oconservatorio.blogspot.com/2010/04/estilizando-o-vampiro-ou-o-erro-fatal.html"&gt;parte 1&lt;/a&gt;, mas porque pensei numa terceira coisa que seria legal que todos os escritores - de vampiros ou não - tivessem em mente. E é a importância de uma crítica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Muita gente acusa um crítico maldoso de destruir sua carreira literária&amp;nbsp;no nascimento, mas eu diria que foi justamente uma crítica que me fez querer escrever.&amp;nbsp;Não fosse isso, eu teria investido&amp;nbsp;em fazer HQs. Não é um caso&amp;nbsp;incomum, mas tem uns links lekais&amp;nbsp;lá no fim, um fluxograma binitim&amp;nbsp;e &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_VYyCfsunf2E/Ss4CUj6fI_I/AAAAAAAAAFw/1mOoIrVeeAE/s400/pikachu-bonzinho-1594.jpg"&gt;pokémons vampiros&lt;/a&gt;, então,&amp;nbsp;acho que vale a pena.&amp;nbsp;Sentem que lá vem a história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha estilização dos vampiros não foi feita, em boa parte, de cabeça fria e caso pensado. Começou sabe-se lá quando, com desenhos animados diversos, numa época em que minhas histórias&amp;nbsp;eram situações desconexas que tinham nuvens como cenário ou "fanfics mentais" com meus desenhos preferidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o decorrer do tempo, as histórias das nuvens ficaram ligeiramente mais complexas, mas não fugiam muito desse confronto meio parecendo partida de xadrez, e as "fanfics mentais", cada vez mais distantes&amp;nbsp;do desenho que as gerava. E foi aí que veio a febre Pokémon, que me pegou em cheio e me abriu o mundo dos animes e mangás.&amp;nbsp;Uma amiga minha me apresentou a um site de fanfics de pokémon e foi amor à primeira vista. Vocês devem estar pensando: "Peraí, ela vai falar de POKÉMON? Cadê os vampiros?" E seu eu disser a vocês que metade dos pokémons eram vampiros? Sério. O site se chamava "The Unknown Mountain", talvez o amigo de um amigo de vocês conheça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para encurtar essa conversa, que já vai bem longa, empolguei, entrei no clima&amp;nbsp;e escrevi uma fanfic de seis capítulos para pedir para publicar no site (no segundo capítulo, os pokémons não eram mais importantes...). Só que antes de enviar para a publicação, eu, menina desconfiada que sempre fui, pedi para a amiga em questão (uma loirinha&amp;nbsp;muito legal que serviu de primeiro molde para a&amp;nbsp;aparência&amp;nbsp;e&amp;nbsp;personalidade da Strix, aliás)&amp;nbsp;para dar uma lida no negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela leu rápido e foi sincera: estava ruim, ainda mais que a história tinha umas reviravoltas tão bruscas e um deus ex-machina TÃO descarado no fim que era risível. Puxa, eu estava feliz com o simples fato de ter escrito algo com começo, meio e fim! Sabe quando você estuda igual a um condenado para uma prova, acha que foi em e tira 10... só que&amp;nbsp;em 30 pontos? Foi essa a sensação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu podia ter dito algo como "cansei de brincar!" e voltado às minhas HQs amadoríssimas. Talvez agora, estivesse falando menos e desenhando mais e talvez &lt;a href="http://bramevlad.blogspot.com/"&gt;Bram &amp;amp; Vlad&lt;/a&gt; tivesse mais tirinhas. Mas enfim. Sou teimosa. A crítica me fez jurar para mim mesma que eu refaria aquele negócio e sairia melhor. Quer dizer, escrever não podia ser tão difícil! (Eu tinha só 11 ou 12 anos, era jovem e inocente...) Foi assim que a loirinha criou &lt;strike&gt;um monstro&lt;/strike&gt; uma aspirante a escritora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é. Esse tipo de atitude minha, mais tarde, seria o motivo pelo qual fiquei meio revoltada com Entrevista com o Vampiro, mas tudo a seu tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por bastante tempo, o que fiz foi ler mais vorazmente que nunca. Quer dizer, como eu escreveria sobre temas que não conheço? Como eu escreveria se não aprendesse com escritores como é que se escreve? Durante algum tempo, não escrevi nada de vampiros, mas lia muito sobre eles. E alguns ressentimentos começaram a fermentar em mim. Eles passaram por filmes do Drácula e culminaram com Entrevista com o Vampiro. Foi aí que criei os dois critérios que presidiriam minha estilização:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Não acredito em criaturas que sejam essencialmente más e condenadas a serem monstros por forças alheias a suas vontades. Por isso, se eu escrevesse uma história de vampiros, não iria incorporar a ele nenhuma dessas emices. Rolaria conflito interno? Sim. Tentação? Sim. Mas eu não seria uma &lt;em&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mestre_de_jogo"&gt;dungeon master&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mestre_dos_Magos"&gt;malvada&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Vampiros não são burros, caramba! Especialmente os que já tem séculos de existência. Será que NENHUM vampiro jamais teve curiosidade de conhecer mais sobre o próprio corpo? De saber como a dependência do sangue funciona? Droga, se eu fosse vampira e tivesse dinheiro o bastante para acender o fogão com nota de 100, eu montaria na mesma hora um esquema para comprar sangue de pobres de países subdesenvolvidos, transportar e vender o saquinho com boa margem de lucro. Chega da angústia de matar e chega de perder tempo com isso! E investiria o grosso do lucro em um centro de pesquisas que dissecasse (ou vivissecasse por x reais a hora, sei lá) vampiros para entender sua anatomia e criar mais conforto para minha não-vida. Sempre me incomodou que eu não visse vampiros empreendedores ou curiosos nas histórias que lia. (O carinha de O Vampiro que Descobriu o Brasil foi um que custou a cair a ficha, mas caiu.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi em cima dessas duas insatisfações que moldei a imagem dos vampiros nas minhas histórias pouco a pouco. Pegando &lt;a href="http://oconservatorio.blogspot.com/2009/09/versoes-anteriores.html"&gt;a primeira versão d'O Conservatório&lt;/a&gt; (originalmente, foi publicada em 2004 na lista de discussão do site Adorável Noite), anotações minhas daquela época, contos de 2007 e essa terceira versão, é visível quanta coisa mudou. É quase como ver aquele famoso desenho do &lt;a href="http://sabine77.files.wordpress.com/2009/02/darwin_evolucao_2.jpg"&gt;macaco que vai andando cada vez mais ereto até virar homem&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita pesquisa entrou aí, e muitas coisas que eu aprendia do nada e via que era útil. Por exemplo, pesquisas sobre a &lt;a href="http://www.porfiria.org.br/porfirias.htm"&gt;porfiria&lt;/a&gt; me deram uma boa desculpa para alguns dos meus personagens andarem no Sol felizes e outros, não quererem ver o astro-rei nem pintado de ouro. (Tá, foi infame.) Um documentário sobre &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u15716.shtml"&gt;um menino que não sente dor&lt;/a&gt; acabou fazendo eu me questionar por que seres que se regeneram tão rápido precisariam sentir dor. Um outro documentário sobre defesa pessoal me mostrou como um caçador de vampiros humano poderia ter chance contra um vampiro em um corpo-a-corpo. E por aí vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi um processo simples ou rápido, mas foi muito bom. Eu planejava mostrar o resultado final passo a passo, mas O Conservatório ainda está na fase beta e uns amigos estão lendo para me dizer se está legível, interessante&amp;nbsp;e apontarem os defeitos mais grosseiros. Percebi que podiam sofrer interferência.&amp;nbsp;Aliás, essa primeira&amp;nbsp;leitura está sendo enriquecedora. A &lt;a href="http://leituraescrita.wordpress.com/"&gt;Ana Carol&lt;/a&gt; fez um diagnóstico bem legal. Sei lá, pode ser masoquismo da minha parte, mas de uns tempos para cá, por mais que doam à primeira vista, críticas mais me estimulam que me entristecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para encerrar, já que falei demais de mim, vou fazer um momento utilidade pública e mostrar um diagrama simples de como lidar com críticas de maneira a não esmorecerem por elas. Divirtam-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UnbxAU-wBKQ/TAc4K4-VmII/AAAAAAAAAPo/YvSIKWa5SqM/s1600/untitled.PNG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" gu="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_UnbxAU-wBKQ/TAc4K4-VmII/AAAAAAAAAPo/YvSIKWa5SqM/s320/untitled.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-120413262592951106?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/120413262592951106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=120413262592951106' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/120413262592951106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/120413262592951106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2010/06/estilizando-o-vampiro-parte-final-ou.html' title='Estilizando o vampiro - parte final, ou A crítica que criou um monstro'/><author><name>Adriana Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16572428234265609319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_UnbxAU-wBKQ/R98wY5oqbvI/AAAAAAAAAGs/4e9bww17fSw/S220/eu+zoom.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UnbxAU-wBKQ/TAc4K4-VmII/AAAAAAAAAPo/YvSIKWa5SqM/s72-c/untitled.PNG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-3908277777685871781</id><published>2010-05-09T20:09:00.000-07:00</published><updated>2010-05-09T20:11:49.619-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='background'/><title type='text'>Estilizando o vampiro (parte II), ou Introdução à Antropofagia</title><content type='html'>Quando terminei o post falando sobre estilização de figuras mitológicas, usando o vampiro de exemplo, prometi que iria dizer como fiz minha estilização. Porém, aconteceram duas coisas: 1- Comecei a divagar o bastante para criar outro post e 2 - Encomendei o livro O Vampiro Antes de Drácula. Sendo assim, os fatos pertinentes ao Conservatório, em si, terão que ficar para a próxima. Primeiro, precisarei falar um pouco sobre antropofagia. Estômagos sensíveis, fechem essa tela. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Só a antropofagia nos une. Socialmente. Economicamente. Filosoficamente."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim começa&amp;nbsp;o &lt;a href="http://www.puc-campinas.edu.br/centros/clc/jornalismo/projetosweb/2003/Semanade22/manifesto.htm"&gt;Manifesto Antropofágico&lt;/a&gt;, de Oswald de Andrade. A maioria das pessoas talvez tenha uma vaga lembrança do chamado Movimento Antropofágico, das aulas de Literatura da escola. Foi um movimento criado por artistas modernistas (Arte Moderna, você conhece,&amp;nbsp;né? NÉ?). Talvez uma lâmpadazinha se&amp;nbsp;acenda em sua cabeça ao ver uma das pinturas mais icônicas desse movimento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://storage.msn.com/x1pbglk-vqL4BvxxBUlp5NIWJpsA_-BhPeJD0KbMBHKt777yh9in11EPmxn1_VAj6tyw5ZqZGwxGUPgmjyAiEIR7-aMhDXqtuc6slKrLa_qVIgq1GYjtgFEVrVGcB8ElhvWZWoJV4qqsGKQnN4O_6LeBoQyldUVw_OB" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://storage.msn.com/x1pbglk-vqL4BvxxBUlp5NIWJpsA_-BhPeJD0KbMBHKt777yh9in11EPmxn1_VAj6tyw5ZqZGwxGUPgmjyAiEIR7-aMhDXqtuc6slKrLa_qVIgq1GYjtgFEVrVGcB8ElhvWZWoJV4qqsGKQnN4O_6LeBoQyldUVw_OB" tt="true" width="169" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Esse quadro da Tarsila do Amaral se chama Abaporu, ou seja, "homem que come homem". Antropófago, em uma palavra. Mas o que isso tem a ver com a estilização de que eu falei no post anterior? Primeiro, entendamos o que era o Movimento Antropofágico. Em resumo resumidíssimo, ele pregava que nós devíamos "deglutir" a cultura&amp;nbsp;de todos os povos que nos cercavam - europeus, africanos, índios, etc, etc - e usar seus elementos para construir nossa própria. A metáfora é fácil de ser entendida: quando comemos uma planta, um bicho (ou uma pessoa, claro), nós mastigamos, digerimos e absorvemos seus nutrientes. Eles são incorporados a nós e passam a ser parte de nós. Não somos couve porque comemos couve. A couve é desmontada, transformada&amp;nbsp;e se torna parte do nosso corpo. O mesmo se daria com o contato com a cultura de outros povos: deveríamos mastigá-la, digeri-la, absorvê-la e usá-la para fortalecer nossa própria cultura, ao invés de simplesmente imitar os gringos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem. Falei isso tudo porque é a metáfora que vou usar para falar sobre um tema que frequentemente causa polêmica entre os escritores: pesquisa para montar os personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No &lt;a href="http://oconservatorio.blogspot.com/2010/04/estilizando-o-vampiro-ou-o-erro-fatal.html"&gt;post anterior&lt;/a&gt;, comentei sobre&amp;nbsp;a importância de conhecermos o que vai na cabeça do leitor sobre uma criatura qualquer ao escrever sobre ela. A ferramenta para isso é a boa e velha pesquisa. Mas como fazer essa pesquisa? Quão fundo ir? Vamos atacar o assunto jackestripadoramente.&amp;nbsp;Para efeitos didáticos, vamos dividir a pesquisa em duas: &lt;strong&gt;pesquisa acadêmica&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;pesquisa pop&lt;/strong&gt;. (Isso não existe em lugar nenhum, eu é que obsessivamente categorizo qualquer coisa que ocupe meu pensamento por mais de cinco minutos. :P) &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Pesquisa acadêmica seria a pesquisa que é feita sobre o tema nos meios acadêmicos. Se seu tema é vampiros, é saber de onde veio a lenda, como ela se desenvolveu, quais podem ter sido suas bases reais, o que os estudiosos dizem sobre ele e sobre seu simbolismo, etc, etc. Existe um time de escritores (geralmente os mais novos) que torce o nariz para esse tipo de pesquisa, achando um gasto de tempo inútil. &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Pesquisa pop, por outro lado, seria a pesquisa sobre como o tema é tratado pela mídia. É saber o que já foi feito com aquele tema e o que caiu em gosto popular. O que os fãs acham do tema, o que é que está no topo das paradas de sucesso... Tem escritores (geralmente os mais velhos) que acha que ela se restringe a livros e é uma parte quase dispensável, se você fez bem sua pesquisa acadêmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gente, nem tanto o céu, nem tanto a Terra.&amp;nbsp;A imagem das duas asas encaixa muito bem nessa situação. Você não voa se uma dessas duas asas da pesquisa estiver atrofiada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa acadêmica é essencial para você saber a respeito do que está falando. Lembram-se de Jesus Cristo? "A verdade vos libertará." Conhecimento liberta. Quanto mais facetas você conhece do tema que está lidando (sejam vampiros, seja Idade Média), mais inspirado e seguro você se sente ao lidar com ele. Muitos problemas de trama que nos fazem ficar dias pensando podem ser resolvidos ao se descobrir o histórico de um ser mitológico. Num exemplo prático, digamos que você queira escrever uma história com elfos e orcs, porque acabou de leu Tolkien e quer criar uma história daquele jeito. Ao buscar conhecer "o elfo antes de Tolkien", ou a simbologia que os elfos e orcs têm no trabalho de Tolkien, de repente, pode ser que você descubra elementos novos para sua história, para criar algo original. Ler artigos, livros acadêmicos e manuais de mitologia pode ser chato no início, mas te juro: assim que você fizer&amp;nbsp;a primeira descoberta bacana, que vai resolver aquele furo na trama que tava te assombrando, você toma gosto pela coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a pesquisa pop pode parecer um pouco "tola", ainda mais se você não quer ser um autor de best-sellers (há quem não queira, OK?). Mas ela é fundamental! Saber o que as massas pensam, no &lt;em&gt;mínimo&lt;/em&gt;, nos dá uma pista do que há no tema que você escolheu e que mexe com as emoções das pessoas. Além disso, a prática de se fazer pequenas homenagens a obras famosas do tema que você está escrevendo cria uma espécie de laço de afeto entre o leitor e seu livro. Não homenagens demais, que dêem a sensação que o leitor está jogando "onde está Wally?", mas algumas. E o mais importante: quando eu disse "obras", não falei só de&amp;nbsp;livros. Falei de&amp;nbsp;filmes, games, animações, mangás&amp;nbsp;e HQs, e tudo o mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já ouvi muitas pessoas dizerem "eu não gosto de ler livros com tema parecido com o meu porque, depois, eu copio o estilo sem querer". Gente, isso é natural e não é desculpa. Voltando à metáfora da antropofagia, quando você come alguma coisa e entra numa montanha russa logo depois, o resultado é óbvio: você vai vomitar um caldo semidigerido, onde pedaços do alimento original ainda são reconhecíveis. É preciso dar um tempo para o organismo digerir o alimento e absorver. Eu sou uma que não leio enquanto escrevo e vice-versa. Não consigo. Deixe essa pressa pra escrever pra trás, que não leva a nada. Seja um antropófago cultural:&amp;nbsp;pegue a referência e dê tempo para que ela se torne parte de você, ao invés de ficar vomitando pedaços de cultura estrangeira. Só assim você cria identidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um argumento oposto e igualmente preguiçoso é o de que "eu não fico lendo coisas com o mesmo tema que&amp;nbsp;o meu pra ser original e não copiar ninguém". Gente, não se faz tijolos sem barro.&amp;nbsp;E acreditem em mim, o leitor não liga A MÌNIMA se você leu ou não&amp;nbsp;fulano. Se você fizer algo igual ao que ele fez, vão cair em cima do mesmo jeito. Afinal, COMO você não sabia que fulano fez algo igual?&amp;nbsp;Nessas horas, a gente tem que ser humilde e pensar que nós não somos&amp;nbsp;a pessoa mais criativa do universo. Uma simples referência àquele que teve uma ideia igualzinha à nossa já costuma bastar para transformar o que seria um "defeito" em um elo de ligação com o leitor. O que era um erro devido à desinformação se torna um atrativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de encerrar o post, vou apresentar a quem não conhece o mapa da mina para quem quer ser um escritor sério e bem informado. Como nem sempre é possível ler/ver/jogar tudo o que sai sobre um tema, a gente geralmente tem que recorrer a resenhas, resumos e bate-papo com amigos. Mas o melhor lugar para você saber se é mesmo um escritor original ou não é &lt;a href="http://tvtropes.org/"&gt;http://tvtropes.org/&lt;/a&gt;. Esse site é uma wiki que cataloga vários "truques" comuns no desenvolvimento de uma trama (os tais tropos - eita palavra feia!), e dão uma lista impressionante das obras de todos os tipos&amp;nbsp;onde eles aparecem e onde são subvertidos. Alguns tropos têm até exemplos na vida real. Usem o site sem moderação, mas &lt;a href="http://xkcd.com/609/"&gt;cuidado&lt;/a&gt;. E não se deprima se perceber que tem mais de 300 obras que usaram o mesmo truque de narrativa que você. Só espero que se convença de que originalidade absoluta e total faz companhia a superfícies sem atrito e gases ideais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora que estão armados até os dentes, boa sorte com a escrita e a estilização de personagens. o/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------&lt;br /&gt;Retorno aos vampiros na parte 3. Beijos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-3908277777685871781?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/3908277777685871781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=3908277777685871781' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/3908277777685871781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/3908277777685871781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2010/05/estilizando-o-vampiro-parte-ii-ou.html' title='Estilizando o vampiro (parte II), ou Introdução à Antropofagia'/><author><name>Adriana Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16572428234265609319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_UnbxAU-wBKQ/R98wY5oqbvI/AAAAAAAAAGs/4e9bww17fSw/S220/eu+zoom.bmp'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-2363500047924373422</id><published>2010-04-23T20:23:00.000-07:00</published><updated>2010-04-23T20:23:25.717-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Merchan'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livro'/><title type='text'>Parada para o merchan</title><content type='html'>Pessoal, pessoal, pessoal! Vai sair na segunda quinzena de maio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Editora Draco vai lançar uma coletânea de histórias românticas estreladas por vampiros e adivinha quem tá lá? *pausa para dancinha da vitória* &lt;a href="http://editoradraco.com/2010/04/meu-amor-e-um-vampiro-primeiro-volume-da-colecao-amores-proibidos/"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; para ver o site da editora com a chamada do livro a minibiografia das autoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A capa ficou BEM menininha.&amp;nbsp;Olha ela aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UnbxAU-wBKQ/S9JcapNpOEI/AAAAAAAAAOc/1VPKtnLSAJU/s1600/vamp_capa_alta.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/_UnbxAU-wBKQ/S9JcapNpOEI/AAAAAAAAAOc/1VPKtnLSAJU/s320/vamp_capa_alta.jpg" tt="true" width="204" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mas não se enganem, nem tudo é cor-de-rosa. O organizador, Eric Novello, fala sobre "Meu amor&amp;nbsp;é&amp;nbsp;um vampiro" no site dele e aproveita para fazer uma microsinopse dos contos. Dêem uma lidinha &lt;a href="http://ericnovello.com.br/colecao-amores-proibidos/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele descreve meu conto como um "conto de fadas repaginado". Será que vai ficar bravo comigo se eu disser que a parte do "conto de fadas" entrou pra contar caracteres? XD Mas confesso que gostei mil vezes mais da versão que mandei pro livro que a versão original, mais enxuta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Outro detalhe que felizmente ficou de fora do conto é que&amp;nbsp;o Pedro é um escritor boêmio, mulherengo e solteirão, mas que tem imaginação o bastante para passar por romântico. Esse tipo de informação quebraria o clima. XD)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mais, só quero agradecer à ruiva &lt;a href="http://deliriosagnescos.zip.net/"&gt;Agnes Mirra&lt;/a&gt;, porque&amp;nbsp;o conto foi feito usando como mote a citação do conto dela, "Inverno". Tem um tempão que a gente não se fala, mas continuo gostando dos delírios agnescos&amp;nbsp;dela. =3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mais, iuhul! \o/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-2363500047924373422?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/2363500047924373422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=2363500047924373422' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/2363500047924373422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/2363500047924373422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2010/04/parada-para-o-merchan.html' title='Parada para o merchan'/><author><name>Adriana Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16572428234265609319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_UnbxAU-wBKQ/R98wY5oqbvI/AAAAAAAAAGs/4e9bww17fSw/S220/eu+zoom.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UnbxAU-wBKQ/S9JcapNpOEI/AAAAAAAAAOc/1VPKtnLSAJU/s72-c/vamp_capa_alta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-2422298820893487276</id><published>2010-04-21T16:08:00.000-07:00</published><updated>2010-04-21T16:08:43.686-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='background'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crepúsculo'/><title type='text'>Estilizando o vampiro, ou o erro fatal de Stephenie Meyer</title><content type='html'>Eu ia&amp;nbsp;simplesmente chamar vocês para darem uma lida no beta do Conservatório, mas achei melhor fazer uma&amp;nbsp;ligeiríssima&amp;nbsp;nota&amp;nbsp;sobre vampiros&amp;nbsp;em geral, inspirada na pergunta com que vêm me enchendo o saco há um tempo: "por que o Diego toma sol e não acontece nada? Mimimi..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zente, desculpem se eu&amp;nbsp;digo isso, mas vampiros se desfazendo em cinzas com inocentes raios de sol é uma invenção hollywoodianesca tão tosca quanto os vampiros brilhantes de Crepúsculo (é, Edward, Diego não perdoou você). O fato é que filmes são muito mais curtos que livros, então, há certas liberdades poéticas que foram tomadas com os vampiros ao longo dos anos que não existiam originalmente no mito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês devem estar se perguntando agora, então: por que os vampiros-fogueira foram aceitos enquanto os brilhantes são toscos, se nenhuma das duas pirotecnias tem qualquer base?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de mais nada, vamos sair da esfera literária e aprender uma ou duas coisinhas bacanas sobre desenho. Existe uma técnica chamada "estilização". Estilizar significa reduzir uma figura às formas mais simples possíveis, sem que ela perca sua identidade. Pablo Picasso estilizou um touro em uma série de desenhos muito famosa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.lindsayjoyhamilton.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/Master-Class-in-Abstraction-Bull-1945.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://www.lindsayjoyhamilton.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/Master-Class-in-Abstraction-Bull-1945.jpg" width="280" wt="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Percebem? Entre o primeiro touro, o mais realista, e o último, apenas um punhado de traços, houve vários intermediários. Mas todas as figuras têm em comum o fato de que são, inegavelmente touros. A identidade do animal não se perdeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que isso tem a ver com o assunto anterior?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simples. Quando vamos nos apropriar de uma figura mitológica já conhecida, não somos obrigados a fazê-lo de forma absolutamente realística, como o primeiro touro, mas, ao estilizá-la, precisamos ter certeza de que estamos suprimindo traços realmente supérfluos. O touro estilizado de Picasso não pareceria um touro se o pintor tivesse se esquecido os chifres, por exemplo. Ou, se lhe tivesse dado o contorno de um cavalo, o faria parecer mais um cervo que um touro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É aí que entra a diferença entre o vampiro-tocha e o vampiro-purpurina. Stephenie Meyer cometeu erros sérios de estilização ao criar seu vampiro. Ela&amp;nbsp;manteve três atributos importantes do vampiro: ele é morto, ele é sedutor e ele bebe sangue. Fim de papo. Alguém percebeu que falta algo muito importante aqui?&amp;nbsp;O @&lt;a href="http://twitter.com/cericn"&gt;cericn&lt;/a&gt; e a&amp;nbsp;@&lt;a href="http://twitter.com/anacarolinars"&gt;anacarolinars&lt;/a&gt; perceberam. Não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles não são &lt;em&gt;noturnos&lt;/em&gt;! Desde a aurora da humanidade, os vampiros são um mal. E, como dizia Conan Doyle, é à noite que os poderes do mal são exaltados. Parece bobagem, mas ao fazer com que eles andassem pra lá e pra cá impunemente&amp;nbsp;à luz do Sol e quase não&amp;nbsp;tivesse cenas à noite na série Crepúsculo,&amp;nbsp;Meyer tirou os chifres do touro. Não é porque os vampiros brilham. É só que nosso subconsciente nos diz, instintivamente, que eles não se enquadram exatamente naquilo que nos acostumamos a chamar de vampiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho a pretensão de ser capaz de estilizar perfeitamente os vampiros. Até porque, acredito que possam haver formas diferentes de estilização, mas que tragam a mesma ideia. Para ilustrar o que digo, vou listar algumas características que acredito serem básicas de um vampiro, sejam visuais, sejam literárias (isso na minha cabeça, claro):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Eles bebem sangue&lt;br /&gt;2 - Eles se levantam de túmulos&lt;br /&gt;3 - Eles são noturnos&lt;br /&gt;4&amp;nbsp;- Eles são pálidos&lt;br /&gt;5&amp;nbsp;- Eles têm caninos&lt;br /&gt;6 - Eles encantam suas vítimas&lt;br /&gt;7 - Eles são fortes&lt;br /&gt;8 - Eles não morrem de morte natural&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que dá para começar com isso. Um vampiro com todas essas características é inegavelmente um vampiro para qualquer um. Mas eu o compararia ao penúltimo dos touros de Picasso. Acredito que um vampiro estilizado poderia conter tanto as características 1, 3, 7 e 8 quanto as características, digamos, 3, 6, 7 e 8. Sim, ele poderia se alimentar de algo que não sangue. Quanto casos há dos tais vampiros de energia? O caso dos caninos, admito, coloquei mais por questões estéticas que lógicas ou históricas. Mas é que, se você apresentar um smiley, ele logo será identificado como um ser humano. Se apresentá-lo com presas, será identificado como vampiro, tal a força dos caninos longos no imaginário popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você pegar 2, 7 e 8, terá um zumbi.&amp;nbsp;A estilização estaria incompleta.&amp;nbsp;Percebem? Há várias formas de se fazer a estilização,&amp;nbsp;muitas que&amp;nbsp;funcionam, mas um bocado que dá ideias erradas. Escolher as características certas nem sempre é fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A moral da história não é, exatamente, a de que é dever de honra de um escritor ser&amp;nbsp;convencional no momento de usar uma figura mitológica, nem esse blá-blá-blá intelectual chato. Gostem os ranzinzas ou não, Stephenie Meyer FEZ sucesso com seus vampiros incompletos, mas até muitos de seus fãs reconhecem que os vampiros dela são muito diferentes do tradicional. Receio que, se ela não tivesse atingido as leitoras em cheio com sua trama açucarada, ela seria um motivo ainda maior de piadas.&amp;nbsp;Minha mensagem é que, se alguém quer se aproveitar de qualquer criatura mitológica, e pretende fazer isso sem criar uma criatura diferente e usar o nome antigo (o que pode dar certo se você é um gênio ou tem sorte, mas terrivelmente errado se não é ou não tem&amp;nbsp;- e menos de 1% dos escritores são gênios, menos ainda têm sorte), tem que tomar cuidado na estilização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade que a imagem dos vampiros (por exemplo) mudou muito desde as primeiras histórias de cadáveres sugadores de sangue até hoje. Mas isso não foi de uma história para outra. Foi gradativo e, até onde pude notar correndo os olhos em histórias de vampiros do século XIX, eles acrescentaram muitas coisas ao mito original, mas tiraram bem poucas. Ainda usando comparações desenhísticas, creio que eles pegaram um rascunho (geralmente, criaturas mitológicas em seu estado bruto não são muito mais que isso, vide descrições de lendas brasileiras) e o arte-finalizaram, mas permitido que ainda fossem reconhecíveis os traços principais. Pegar esse desenho e distorcê-lo até só sobrar o branco dos olhos é como&amp;nbsp;revisitar a Monalisa desenhando uma loura de biquíni. Pode ser um desenho sensacional, mas se a tal loura não tiver nem o sorriso misterioso da Gioconda, como um desavisado poderia dizer que se trata de uma revisitação de DaVinci?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sejam responsáveis, pessoal. Ser original é criar coisas novas, mas ser original também é usar coisas antigas de um jeito diferente. Ficou muito na moda dizer “meus vampiros”, “seus vampiros”, “meu lobisomem”, “seu lobisomem”, mas isso é errado. “Vampiro” e “lobisomem” são ideias. Embora cada pessoa os veja de um jeito, existe aquilo que está no inconsciente coletivo. Não subestime o que as outras pessoas pensam a respeito do tema que você está tratando. São essas pessoas que vão te ler.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(No próximo post, farei alguns comentários sobre como fiz minha estilização. Talvez ajude a dar uma ideia de como fazer isso pra alguém que não tenha ideia de como fazer. De bônus, virão uns links bacanas. Até lá. o/)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-2422298820893487276?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/2422298820893487276/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=2422298820893487276' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/2422298820893487276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/2422298820893487276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2010/04/estilizando-o-vampiro-ou-o-erro-fatal.html' title='Estilizando o vampiro, ou o erro fatal de Stephenie Meyer'/><author><name>Adriana Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16572428234265609319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_UnbxAU-wBKQ/R98wY5oqbvI/AAAAAAAAAGs/4e9bww17fSw/S220/eu+zoom.bmp'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-228559966772757966</id><published>2010-03-26T19:34:00.000-07:00</published><updated>2010-03-26T19:34:35.637-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>E a obrigatória resenha de... Crepúsculo</title><content type='html'>Essa TINHA que entrar no blog, ara sô. XD Talvez um dia eu também tenha coragem de postar uma que fiz sobre o simbolismo bem-mal em Drácula. Talvez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa resenha foi publicada na comunidade Escritores de Fantasia, em 14/01/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crepúsculo meio que surgiu como leitura obrigatória, para mim, principalmente pelo sucesso com as adolescentes e pré-adolescentes. Eu precisava ler, e ver até onde o livro tinha mérito por isso. Quer dizer, apesar de tudo, podia ser um livro bom. Muito restrito a seu público, mas bom. Fingi que era um artigo acadêmico e fui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ser justa, preciso dizer que ele é nota 10 em termos de dizer exatamente o que uma garota no início da adolescência (e muitas ficam assim até a velhice... brr...) quer ouvir. Faça sentido, ou não. Quero dizer, meninas (a partir daqui, "meninas" vai significar qualquer mulher que aja como uma pré-adolescente, em qualquer idade) não ligam se não existem detalhes como ação, suspense, subtramas e essas coisas, desde que haja romance e fofocas. E isso, o livro tem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouso dizer que, se tivesse lido Crepúsculo nos meus quinze anos, teria me envolvido bem mais com a trama. Assim como a protagonista, eu acabava de voltar para a geladeira da minha cidade natal depois de alguns anos numa cidade grande, e não estava particularmente animada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me leva à conclusão interessante de que a personalidade e background de Bella parecem ter sido montados com todo o cuidado, para que a personagem tivesse empatia com o maior número possível de meninas. Quase toda adolescente/pré-adolescente pode ver alguma coisa sua nessa moça - ela parece ter sofrido todo tipo de experiência que se pode ter nessa idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas pessoas reclamaram da falta de ação do livro, mas já expliquei isso... Ele é um livro para meninas. (Sem protestos sexistas aqui, pessoal.) Se algum rapaz gosta, é acidental. O público alvo nunca foram os homens e ponto. E posso imaginar minha irmã mais nova, de 16, devorando todas as páginas sem perder o interesse, ainda que a única briga da trama não tenha sido mostrada. (Raios! ) O fato de os vampiros brilharem ao Sol nem chega a ser um defeito (embora seja meio... ah, não consigo pensar em uma palavra que exprima isso): vocês estão carecas de saber o quanto mulheres gostam de coisas brilhantes. :D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OK, fui justa. Agora que soprei, peço licença de morder. =3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O defeito de Crepúsculo está em não ter elaborado melhor algumas coisas. Por exemplo, os diálogos entre Bella e Edward, no início da trama. Caramba! Dá pra perceber que a autora tentou criar algo misterioso, cheio de meias-respostas, e tal, pra criar um clima romântico. Pode funcionar com as meninas, mas não com um leitor mais experiente. Para mim, muitas vezes soavam como frases aleatórias, que dificilmente alguém diria numa conversa. Quando a autora, enfim, abandona a linha das meias-respostas, por parte de Edward, a coisa melhora um pouco. Mesmo assim, tem umas frases dele que, mesmo que você faça o desconto de ele ter seus 100 anos, pelo amor de Deus!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, que fique claro, se a Bella usasse, só mais uma vez, a palavra “perfeição” para se referir a Edward, eu entraria no livro para dar um bofetão nela. Tá, toda menina cegamente apaixonada acha seu namorado perfeito. Mas tem maneiras menos acintosas de se colocar isso num livro. Mesmo num livro narrado em primeira pessoa pela adolescente em questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando nisso, acho que os personagens mais críveis na história toda são os colegas normais de Bella, e o pai da menina. Charlie é fofo. =3 Sabem, não sou muito exigente em termos de empatia com personagens. E tenho uma fraqueza vergonhosa por garotos ruivos de olhos verdes. Assim sendo, o fato de eu não ter dado a mínima para Edward Cullen é fato digno de preocupação para qualquer autor. Ainda mais com esse nome, um dos meus preferidos. (Tô falando que, se eu tivesse lido Crepúsculo há alguns anos...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, uma boa terapia não faria mal para os protagonistas do livro. Lembram que eu disse que Bella tinha um pouco de cada menina que pudesse ler o livro? Infelizmente, ela incorpora, e de forma alarmante, a obsessão que algumas têm pela presença do namorado. Bella não está apaixonada por Edward – ela está obcecada, de forma doentia. Tirando a perfeição (grrr...) física dele, e o fato de ele ter lá seus poderes, ela não dá mais nenhum motivo pelo qual gosta dele. Vez por outra, ela menciona que ele é gentil e atencioso, mas bem por alto. O negócio é ficar olhando pra ele, babando por ele, se derretendo quando ele olha para ela, quando sorri para ela. Mesmo levando em conta que ele tem o tal do “charme vampírico”, isso vai longe demais. E, depois que eles começam a andar juntos, a menina praticamente surta se Edward não fica com ela 24 horas por dia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Edward, esse também tem sérios problemas. Acho que Bella está certa quando diz que ele tem múltiplas personalidades. É a única coisa que explica tantas mudanças de humor e tantas incoerências em tão curto espaço de tempo. Certo, eu entendi o que a Stephenie quis fazer com ele: mostrar que ele está balançado entre a vontade de estar com Bella e o medo de saltar no pescoço dela, se ficar perto demais. Perfeito. Nesse ponto, aliás, se encaixa muito bem o fato de ele estar sempre seguido a moça. Só que as atitudes dele simplesmente não fazem sentido! O mais verossímil, nessa situação, era ele não se dirigir a ela e adotar alguma linha de defesa – ou o silêncio, ou a permanente agressividade. Mesmo que se amaldiçoasse depois, por isso. Mas não, ele não pára de falar com ela. Faz a menina se derreter por ele (por falar nisso, como Bella disse, não dá pra acreditar que ele não saiba o efeito que causa nas pessoas), e depois diz “é melhor não sermos amigos”, “é melhor ficar longe de mim”... Seria melhor se a Stephenie se decidisse se queria um Edward complexado ou um Edward conquistador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coisa que achei mais no lugar, na personalidade do rapaz, é o fato de ele perguntar, de segundo em segundo, o que Bella está pensando. Afinal, ele estava acostumado a ler a mente de todos, e não saber o que a menina que ele gosta – justo ela – está pensando deve ser mesmo uma tortura. Isso, aliás, foi até um jeito legal de justificar o interesse dele por ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa sobre Edward são todos os meses que ele passa visitando-a no quarto dela, sem rolar nada. (meses, porque li&amp;nbsp;a série toda. :P) Aaaaah, qualé! Mais uma vez, a Stephanie não se decide que abordagem quer dar ao Edward, e acaba num meio termo sem bases. Se ele é tão complexado com a possibilidade de matar a Bella, o melhor era nem aparecer no quarto. Ele diz que sente desejo por ela – isso seria motivo suficiente para ou ele nem pôr os pés lá, ou mandar a precaução às favas logo de uma vez. :\ (Aliás, cá pra nós... Ficar vendo uma pessoa dormir a noite inteirinha pode ser divertido ou interessante? Por mais que ela fale no sono?!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fundo, Edward age como toda menina queria que o príncipe encantado agisse. Mas não sei se é possível existir alguém que aja exatamente assim. As pessoas são mais complexas que isso – mas não tão complexas a ponto de agir como Edward age.&lt;br /&gt;A conclusão sobre os protagonistas é que eles não causam empatia em mim simplesmente por não terem individualidade. Bella é um amálgama de várias garotas (mais um transtorno obsessivo por Edward), e Edward é um misto de todas as expectativas que uma menina tem sobre o apaixonado ideal. Eles não são o que são, são o que querem que sejam. Isso tira muito da força deles, como personagens. Claro que eu concordo que Bella é mais um convite para que a menina se coloque no lugar da protagonista, e Edward, mais uma estátua para ser admirada (talvez por isso, Bella só goste da beleza dele, e mais nada), mas eu preferia que eles fossem mais gente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão da leitura: a que eu esperava. Como eu disse lá no início, Crepúsculo é um livro para meninas. Só isso, mais nada. É um livro para as meninas se imaginarem, por um segundo, ao lado do namorado perfeito. Claro que é 100% escapista – nenhuma menina pode achar que, se agir como Bella, terá seu Edward. Na verdade, qualquer garoto de verdade se cansaria da obsessão da Bella, depois de algum tempo. Mas nada – nada – tira dele o mérito de mexer tanto com as fantasias de garotas adolescentes, a ponto de virar o fenômeno que virou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;============== &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Complemento sobre os outros livros da série: &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Bom, minha curiosidade é uma força da natureza forte demais pra ser ignorada, principalmente quando a chave para saciá-la está ao alcance. Eu tinha os quatro livros da série em mãos. Como poderia não lê-los? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, Lua Nova é irritante. Mas tem uma parte boa, e essa parte é Jacob. Ele consegue, em Eclipse, o que faltava em Crepúsculo: dar uma individualidade a Bella e Edward. Eles finalmente descem de seus pedestais e viram gente, especialmente Edward. E a obsessão da Bella está muito mais controlada depois de Lua Nova. (Ufa!) Eclipse, o terceiro livro, é bem melhor que os outros dois e Breaking Dawn (o último lançado, sem tradução oficial) é melhor que Eclipse. :P&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Stephenie realmente evoluiu de livro para livro. Mas uma coisa, preciso frisar. Continua sendo um livro "de meninas" até o fim. Meu lado testosterona quer matar essa mulher por criar, em todos os livros, o maior climão de brigas homéricas e, em três dos quatro livros, fazer tudo acabar em pizza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SPOILERS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, sim, depois de muito mimimi, os dois pombinhos finalmente vão pra cama. Depois do casamento, mas vão. E esse ato tem conseqüências, que é o que faz Breaking Dawn mais interessante que os outros. :D"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-228559966772757966?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/228559966772757966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=228559966772757966' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/228559966772757966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/228559966772757966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2010/03/e-obrigatoria-resenha-de-crepusculo.html' title='E a obrigatória resenha de... Crepúsculo'/><author><name>Adriana Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16572428234265609319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_UnbxAU-wBKQ/R98wY5oqbvI/AAAAAAAAAGs/4e9bww17fSw/S220/eu+zoom.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-1778068943785728972</id><published>2010-03-24T18:37:00.000-07:00</published><updated>2010-03-24T18:59:35.224-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Dando um twist no blog/Fuga de Rigel</title><content type='html'>Pessoal! Não tenho atualizado o blog do Conservatório simplesmente porque a história tem mudado mais rápido do que sou capaz de atualizar esse bicho. Só que fiquei pensando... Bem que dava pra eu dividir algumas coisas legais com vocês sobre livros, vampiros, paranormais &amp;amp; outros bichos. Sendo assim, vou ver se posto umas (mais ou menos) resenhas e uns making of da história. :D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu talvez devesse começar com minha resenha de Crepúsculo, mas tem uma que tou devendo há beeem mais tempo: a resenha de Fuga de Rigel, do Diogo de Souza. É um romance sobre paranormais, o que significa que Cristina deve ter algum interesse nele. :D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(É bom frisar que não sou boa crítica literária. Talvez fosse mais adequado dizer que isso é uma opinião minha. Leio por prazer, na maior parte do tempo, e é só.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história de como esse livro foi parar na minha mão é legal. Quando ele saiu, entrei no site e vi um&amp;nbsp;preview de algumas páginas do livro. Fiquei curiosíssima e pensei: "Ei, eu quero esse livro!". Não é que, na mesma ocasião, houve um sorteio na comunidade Escritores de Fantasia, e eu ganhei o fulano, com dedicatória e tudo?&amp;nbsp;Pois bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história já começa eletrizante, com a fuga do garoto que dá nome ao título. A bem da verdade, em mais da metade do livro, o que Rigel mais faz&amp;nbsp;é fugir, e tem umas escapadas muito bacanas. De todos os personagens, o que mais gostei foi o pai dele. Talvez porque seja o único "mundano" da história. =P&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trama do livro é ótima. Gostei muito, mesmo. Mas no final, fiquei com... sei lá, uma sensação que nunca consegui definir muito bem. Não é só pelo fato de que achei a cena final bem aquém do que poderia ser. Meio confusa, sei lá. É um algo&amp;nbsp;além disso&amp;nbsp;que não vi ninguém comentar, então, não soube comparar impressões para dar corpo a esse sentimento confuso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No geral, porém, é um livro-pipoca bem legal, e tinha horas que até dava dor de cabeça de tanto eu querer chegar no fim, mas ter que parar por algum motivo. O site (&lt;a href="http://www.fugaderigel.com.br/"&gt;http://www.fugaderigel.com.br/&lt;/a&gt;) complementa bem a leitura e tem a tabela dos atributos psíquicos dos personagens. Não posso negar que tenha me inspirado ao definir as paranormalidades d'O Conservatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais resenhas, tem no Skoob: &lt;a href="http://www.skoob.com.br/livro/sobre/11542/resenhas:1"&gt;http://www.skoob.com.br/livro/sobre/11542/resenhas:1&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No próximo post, minha temida resenha de Crepúsculo. =D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até lá! o/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-1778068943785728972?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/1778068943785728972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=1778068943785728972' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/1778068943785728972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/1778068943785728972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2010/03/dando-um-twist-no-blogfuga-de-rigel.html' title='Dando um twist no blog/Fuga de Rigel'/><author><name>Adriana Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16572428234265609319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_UnbxAU-wBKQ/R98wY5oqbvI/AAAAAAAAAGs/4e9bww17fSw/S220/eu+zoom.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-8728423074737817585</id><published>2009-10-02T20:26:00.000-07:00</published><updated>2010-03-24T17:26:25.701-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Personagens'/><title type='text'>Personagens II</title><content type='html'>Weee! Não deu pra falar muito dos protagonistas e sua vida por ser spoiler, mas chegamos aos secundários. \o\ Hoje, estou a fim de falar dos secundários do Conservatório. Mais tarde, falo mais da família da Cristina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Annette Mercier&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Idade:&lt;/i&gt; Não sabe ao certo, mas é mais de 600 - quase 700, segundo as más línguas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Filiação:&lt;/i&gt; Jacques e Marie Mercier&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Aparência: &lt;/i&gt;Senhora cinquentona enxuta, ainda bastante bonita. Possui um ar enérgico e um estilo bem diretora-de-escola. Usa um pincenê dourado por motivos sentimentais.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Biografia-resumo: &lt;/i&gt;Annette nasceu na França, filha de família camponesa. Teve um caso com um cigano de passagem por suas terras e engravidou dele. Na tentativa de salvar a honra da família, seus pais a colocaram num convento, onde foi-lhe induzido o aborto. Ela viveu como Irmã Marguerite por alguns anos, até que Jacques Dijean destruiu o convento e obrigou-a a ensiná-lo conhecimentos que só eram divulgados nos meios eclesiásticos, ocasião em que se tornou vampira. Muitos anos mais tarde, ela seria a parteira e posterior figura materna, por assim dizer, de Alexandre Van Allen. Seguiu-o fielmente desde então, e foi professora particular de pelo menos cinco de seus filhos, além de ter treinado pessoalmente todos eles no uso de seus poderes. Foi casada com Richard Edwards, tutor de Alexandre, até que ele morresse na Segunda Guerra de Bela Noite. Quando o Conservatório ficou pronto, em 1742, foi designada para dirigi-lo, por seu conhecimento de música aliado a uma habilidade capaz de manter possíveis invasores longe. Causou surpresa ao adotar uma criança transformada por seu próprio sangue, em 1996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Annette Mercier é uma mulher firme, com fortes tendências maternais. É conhecida por seu treinamento quase brutal em alguns pontos, mas que todos os discípulos já abençoaram, mais cedo ou mais tarde. Sua exigência de disciplina e organização chegou ao ponto de causar-lhe um TOC de mania de limpeza aos 400 anos, o que acabou se tornando uma fraqueza importante: ela não consegue espiar alguém à distância sem arrumar o lugar telecineticamente. Embora esteja em tratamento, o TOC apenas abrandou, sem desparecer.&amp;nbsp;Tem amor especial por Alexandre, entre todos os seus protegidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;André Ayité Schwartz&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Idade:&lt;/i&gt; 37 anos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Filiação:&lt;/i&gt; Ludwig Schwartz e Louise Ayité&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Aparência:&lt;/i&gt; Herdou a pele negra da mãe e os olhos claros do pai. É sempre muito comportado nos gestos e no vestuário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Biografia-resumo:&lt;/i&gt; André nasceu um mestiço, filho de pai vampiro e mãe humana, sendo que o pai era de uma família importante de Bela Noite e a mãe, descendente dos Leopardos Negros originais (grupo de quilombolas que se tornaram os primeiros humanos da cidade). Ambos faziam parte dos atuais Leopardos Negros, grupo de inteligência de Bela Noite, e morreram em serviço quando ele tinha cerca de nove anos. Desde então, foi criado por alguns tios humanos e treinado por Mme. Mercier. Na ocasião, eles também adotaram o jovem Geraldo Leite, que também era órfão recente, e eles acabaram por se tornar verdadeiros irmãos.&amp;nbsp;Ainda na infância,&amp;nbsp;deixou o status de mestiço&amp;nbsp;ao fazer um laço de sangue com&amp;nbsp;seu avô. Foi violoncelista&amp;nbsp;na orquestra do&amp;nbsp;Conservatório. Mais tarde, se mudou para o Conservatório para ficar&amp;nbsp;mais próximo do portal para Bela Noite, onde fazia faculdade de Medicina.&amp;nbsp;Por influência do gosto de Geraldo por crianças, especializou-se em Pediatria. Opôs-se ao casamento do "irmão" com Carmem, mas acabou ajudando muito a cuidar da "sobrinha" enquanto ela era bebê, se apegando muito a ela. Atualmente, tem seu próprio consultório infantil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;André&amp;nbsp;sempre tende ao comportamento&amp;nbsp;responsável, em todas as ocasiões. Apega-se às pessoas com quem convive e se envolve facilmente em relacionamentos platônicos, como sua paixonite por Rafaela, a ex-solista soprano do Conservatório. Há muita especulação sobre o porquê de ter se tornado um detetive da Polícia Dimensional, tendo um temperamento tão suave e pouco afeito a conflito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Helena Lavert&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Idade:&lt;/i&gt; 18 anos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Filiação:&lt;/i&gt; Auguste Lavert e Maria Aparecida "Cidinha" das Mercês Lavert&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Aparência:&lt;/i&gt; Helena faz jus ao nome, sendo considerada estonteantemente bonita, mesmo por algumas mulheres menos ciumentas. Tem cabelos cacheados bem cuidados, lábios cheios, rosto e corpo bem proporcionados, e porte elegante ao andar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Biografia-resumo:&lt;/i&gt; Ela é um dos gêmeos que Cidinha Lavert&amp;nbsp;deu à luz, enquanto era humana. Ao contrário do irmão problemático, Augusto, Helena é quieta e parece ter herdado os pendores intelectuais e artísticos de seus pais. É excelente cantora, faz belíssimos bordados para roupas ou simples exposição e&amp;nbsp;é uma estilista e decoradora de bom gosto.&amp;nbsp;Diz-se que&amp;nbsp;foi uma criança super-dotada, o que é difícil confirmar, já que&amp;nbsp;costuma preferir o silêncio. Foi apaixonada por muito tempo por um amigo de infância, tão feio que não tinha coragem de se declarar a ela, até que se acertaram. Nesse meio tempo, teve um rolo rápido com Diego. Com os 18 anos, decidiu seguir carreira na Polícia,&amp;nbsp;além de aceitar o sangue do pai, já que não via razões para continuar mestiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helena é silenciosa e discreta, nunca deixando transparecer o que está pensando. Raramente sorri, mas pode fazê-lo quando menos se espera. Embora seja bela, inteligente e talentosa, tem muita dificuldade em se relacionar. Tem poucos amigos, e mesmo eles não sabem tudo sobre o que ela sente ou pensa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-8728423074737817585?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/8728423074737817585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=8728423074737817585' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/8728423074737817585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/8728423074737817585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2009/10/personagens-ii.html' title='Personagens II'/><author><name>Adriana Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16572428234265609319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_UnbxAU-wBKQ/R98wY5oqbvI/AAAAAAAAAGs/4e9bww17fSw/S220/eu+zoom.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-6934086723199505398</id><published>2009-09-27T19:08:00.001-07:00</published><updated>2009-10-02T08:57:51.704-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Personagens'/><title type='text'>Personagens I</title><content type='html'>Resolvi começar com fichas de personagens, ao invés de entrar direto na história e organização da Polícia. :D Só não esperem desenhinhos sempre. :P&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos começar com os protagonistas, claro. Mais pra frente, começo com os secundários mais importantes, como Mme. Mercier, André e João de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UnbxAU-wBKQ/SsAcRfpXi9I/AAAAAAAAANY/95HdIYAc10c/s1600-h/Cristina2.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" iq="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_UnbxAU-wBKQ/SsAcRfpXi9I/AAAAAAAAANY/95HdIYAc10c/s320/Cristina2.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Cristina:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Idade:&lt;/i&gt; 16 anos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Filiação:&lt;/i&gt; Carmem e Geraldo Figueira da Costa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Aparência:&lt;/i&gt; Alta, abaixo do peso, cabelos pretos, ondulados e escorridos. Olhos grandes, da mesma cor. Palidez anêmica, olheiras, roupas masculinizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristina&amp;nbsp;é cética e mal-humorada por natureza. É independente e inteligente, e bastante teimosa. Tem grande afeição pelo pai já morto, e tem muita curiosidade a respeito da possibilidade dele não ser humano, embora não saiba até que ponto isso pode ser verdade. Tem visões e enxaquecas constantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UnbxAU-wBKQ/SsAkenS0azI/AAAAAAAAANg/tk3O8bjKsrc/s1600-h/Diego2.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" iq="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_UnbxAU-wBKQ/SsAkenS0azI/AAAAAAAAANg/tk3O8bjKsrc/s320/Diego2.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Diego:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Idade:&lt;/i&gt; 16 anos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Filiação:&lt;/i&gt; ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Aparência:&lt;/i&gt; Porte atlético, boa aparência, cabelos negros encaracolados, olhos castanhos. Bronzeado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diego é ligeiramente hiperativo, e não resiste a ser desafiado. Estuda no Conservatório há quase dez anos, e logo entra em escaramuças com Cristina. O&amp;nbsp;temperamento "do contra" dela o estimula, e ele gosta de provocá-la. É esquentado e sempre diz a primeira coisa que vem à cabeça, o que quase sempre termina em problemas com o interlocutor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-6934086723199505398?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/6934086723199505398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=6934086723199505398' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/6934086723199505398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/6934086723199505398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2009/09/personagens-i.html' title='Personagens I'/><author><name>Adriana Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16572428234265609319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_UnbxAU-wBKQ/R98wY5oqbvI/AAAAAAAAAGs/4e9bww17fSw/S220/eu+zoom.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UnbxAU-wBKQ/SsAcRfpXi9I/AAAAAAAAANY/95HdIYAc10c/s72-c/Cristina2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-3068717403769697210</id><published>2009-09-24T19:31:00.000-07:00</published><updated>2009-09-24T19:31:55.934-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trechos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Programa'/><title type='text'>Programa</title><content type='html'>Outra coisa importante é colocar o Programa da história. (O índice. Duh.) Às vezes, eu esqueço&amp;nbsp;só pus aqui&amp;nbsp;a sinopse e o prólogo. :P&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Programa&amp;nbsp;provavelmente vai ser uma das partes mais&amp;nbsp;revisadas e atualizadas. Basicamente, cada capítulo é um movimento, e cada movimento recebeu o nome de uma música clássica. Até o momento,&amp;nbsp;os que estão definidos&amp;nbsp;são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Chopin – Prelúdio (ainda não escolhi qual)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prelúdio, vocês já leram. =3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Beethoven – Piano Sonata nº 8, Op. 13, Adagio &lt;br /&gt;Achei que a&amp;nbsp;Patética era ótima para apresentar a vida adolescente da Cristina, as poias da sala dela, desilusões amorosas e essas coisas menores. :D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vivaldi - Concerto para flauta em G menor, Op. 10, No. 2, Largo&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Il sonno&lt;/em&gt; foi escolhida&amp;nbsp;por que esse é um capítulo inteiro sobre uma enxaqueca, sonhos e lembranças. É aqui que somos apresentados ao pai de Cristina e ao "tio" André,&amp;nbsp;o vampiro que apagou a memória dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Paganini - Concerto para violino No. 2 em B menor, Op. 7, Rondo&lt;br /&gt;&lt;em&gt;La campanella&lt;/em&gt; é óbvia: a campainha que Cristina toca para acordar Diego, o rapaz que está vendendo ingressos para um concerto no Conservatório, no dia seguinte. Nesse capítulo, ela descobre que o João de Deus, seu correspondente, realmente sumiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Beethoven – Sinfonia no. 5 em C menor, Op. 67, Allegro con brio&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Destino&lt;/em&gt;. Várias coisas acontecem na noite do concerto, que faz por merecer seu nome. Cristina passa mal e Diego acode. Para o azar da garota, os dois acabam misturando os destinos, mais pro fim do capítulo. &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Já estou no movimento 8, mas não tenho nome a partir do 5 ainda. Qualquer hora falo deles. :D&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-3068717403769697210?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/3068717403769697210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=3068717403769697210' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/3068717403769697210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/3068717403769697210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2009/09/programa.html' title='Programa'/><author><name>Adriana Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16572428234265609319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_UnbxAU-wBKQ/R98wY5oqbvI/AAAAAAAAAGs/4e9bww17fSw/S220/eu+zoom.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-4483531919835081708</id><published>2009-09-24T17:11:00.000-07:00</published><updated>2009-09-24T17:11:24.449-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornal d&apos;O Conservatório'/><title type='text'>É estranho escrever sobre momentos felizes de gente morta</title><content type='html'>#prontofalei&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem tanto é pelo fato de estarem mortos. Quer dizer, eu sou espírita. Vida após a morte e talz. O negócio é que, quando eles morrem tragicamente e os vivos estão sofrendo, é druris escrever sobre os momentos felizes do passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento, estou escrevendo entrevistas que falam do passado que o pai, a mãe e o "tio" de Cristina dividem. (Eles são mencionados no movimento 1 ou 2.) Essas estrevistas vão ficar entre os movimentos 8 e 9, ou talvez espalhadas como intermezzos. Não me decidi pelo melhor formato ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o próximo post, tou pensando em escrever sobre a Polícia Dimensional. Fundação, história, expansão, hierarquia... Vamos ver se animo. :D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixa eu voltar aos "2 solteirões e um bebê". :\&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-4483531919835081708?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/4483531919835081708/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=4483531919835081708' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/4483531919835081708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/4483531919835081708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2009/09/e-estranho-escrever-sobre-momentos.html' title='É estranho escrever sobre momentos felizes de gente morta'/><author><name>Adriana Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16572428234265609319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_UnbxAU-wBKQ/R98wY5oqbvI/AAAAAAAAAGs/4e9bww17fSw/S220/eu+zoom.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-7914260779908848949</id><published>2009-09-22T17:11:00.000-07:00</published><updated>2009-09-23T16:53:53.834-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trechos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prelúdio'/><title type='text'>Prelúdio</title><content type='html'>Querem ler o prelúdio da versão 3? Não? Bah, como se eu ligasse. XD&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATENÇÃO, ESSE PRELÚDIO PODE - E VAI - SOFRER ALTERAÇÕES ATÉ O FIM DA ESCRITA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Prelúdio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;----------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;AE Polícia Dimensional [V.56214]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;----------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;comando&amp;gt;_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;comando&amp;gt;login&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;informe matricula&amp;gt;BRMG02002003&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;informe senha&amp;gt;*******&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;*iniciando sequência de acesso...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Você é: SOL MAIOR – ESTAGIARIO SENIOR – DAV – REGIONAL CONSERVATORIO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Confirma? (S/N)&amp;gt;s&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;comando&amp;gt;bdrelat&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;informe codigo_relat&amp;gt;95005687713&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Você solicitou: ASSASSINATO GERALDO VIEIRA LEITE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Confirma? (S/N)&amp;gt;s&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Erro retornado 04 – CODIGO DE SIGILO INCOMPATIVEL COM O LOGIN&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;comando&amp;gt;diabos o levem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Erro retornado 01 – COMANDO INVALIDO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;comando&amp;gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;comando&amp;gt;logout&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;*fechando seqüência de acesso...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;comando&amp;gt;exit&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Protocolo de acesso do documento: 25651723541A25J00&lt;br /&gt;Acesso feito por: Sol Maior – Regimento 2 – Código 003 – Detetive nível 1&lt;br /&gt;Descrição do documento: Transcrição de fita cassete do diário de C. V. L., seis anos.&lt;br /&gt;OBS: Identificações pessoais removidas na impressão e reprodução, de acordo com a diretriz 1.3.7b do código de sigilo do D.A.V.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28 de agosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aconteceu de novo. Ontem à noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu devia saber que ia acontecer, porque a Lua não tava amarela, ela tava vermelha. Me dá um pouco de medo, quando ela fica dessa cor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tava treinando a Musette. Já tô tocando mais rápido que anteontem. Será que vai demorar até eu tocar bem rápido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas então. Eu tava tocando a Musette. Aí, assim, de repente, eu vi um clarão vermelho no meu mindinho. Fingi que não tinha visto nada e continuei tocando, mas eu tava tremendo. Aí, minha mão toda ficou vermelha. Todinha! Eu sentia que não tava molhada, mas quando olhava, parecia que tava encharcada de sangue!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí, eu virei a cara, porque não queria ficar vendo aquilo. Só que na parede da sala tinha outra mancha. Uma mancha enorme, parecendo uma explosão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquilo, pra mim, chegava! Decidi que ia pra sala de televisão ficar com a mãe. Ela ia me xingar, mas pelo menos, eu não ia ficar sozinha. Só que quando eu já tava na porta, não deu pra continuar. Tinha um menino ali, sabe? Um menininho do meu tamanho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer dizer, não era bem um menino. Ele era transparente, que nem aquele sangue. E tava olhando pra mancha e chorando. Dava até pra ouvir! A mão dele tava vermelha do mesmo jeito que a minha. O engraçado foi que minha mão tava normal, quando olhei pra ela de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que ver o menininho não me deu muito medo. Eu já tinha visto essas coisas transparentes, lembra? Tá gravado no início da fita. O que me deu medo, mesmo, foi que ele olhou de repente pra mim. Eu sei que foi pra mim! Ele andou pro meu lado! Aí, eu comecei a achar que ele não era gente transparente, era um fantasma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu ia correr dali. Ia mesmo! Só que quando ele viu que eu ia embora, ele gritou e escondeu a cara na mão. E ficava dizendo “Eles morreram, eles morreram! Não me deixa sozinho, eles morreram!” Aí, eu não sabia que que eu fazia, porque não queria ficar ali com um fantasma sujo de sangue, mas tinha medo de ir embora, ele ficar com raiva, e voltar pra puxar o meu pé!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim, eu decidi sentar de novo no piano e começar a tocar aquela música que eu inventei. Aquela que eu gravei domingo. Aí, comecei a cantar umas coisas pra ver se o menino parava de chorar. Foi meio difícil, porque minha dor de cabeça começou a piorar. Ah, eu ainda lembro uma parte assim, ó: “Não tenha medo/ Pois vai clarear/ Estou contigo/ Não tem que chorar”. Cantei até parar de ouvir o choro dele. Mas aí, a minha cabeça já tava doendo tanto, mas tanto, que acabei vomitando, e devo ter desmaiado. De manhã, acordei aqui na cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já escureceu e o fantasma não voltou. Acho que ele ficou feliz de eu não ter deixado ele... uh... deixado-o... sozinho, e não voltou para me assombrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um fantasma que eu queria ver era o do meu pai. Tô com tanta saudade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu já falei demais hoje, e não aconteceu mais nada de importante. Boa noite!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;***&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/88/Music-segno.png/50px-Music-segno.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" iq="true" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/88/Music-segno.png/50px-Music-segno.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;[Protocolo de acesso: 25651723541A25J01&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Acesso feito por: Sol Maior – Regimento 2 – Código 003 – Detetive nível 1&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Descrição do documento: Carta de J. D. S., 25 anos, para C. V. L., 16 anos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;OBS: Cabeçalho removido na reprodução, de acordo com a diretriz 1.3.7a do código de sigilo do D.A.V.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vai a gatinha? Espero que bem. Continuo impressionado com sua inteligência. Sim, você estava certa em todas as suposições. Madame Mercier talvez tenha sido imprudente, mas o fato é que pouquíssimas pessoas observam que ela não mudou muito nos últimos duzentos anos. As pessoas dizem que é impossível, então, preferem acreditar em tudo, menos na verdade que salta aos olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aquela lista. Acha que fiz mal em publicar? Mas as pessoas tem o direito de saber, não tem? Quero dizer, se seu vizinho é um vampiro, ou uma mula-sem-cabeça, você, no mínimo, tem o direito de se defender, certo? Além disso... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de você ter me contado sobre ele, na última carta, tenho tentado descobrir mais sobre seu pai. Só o que pude apurar é que ele freqüentava o turno da madrugada do conservatório. Mantenho o que tinha dito antes: não há humanos normais nesse turno. Não sei o que ele era, mas você deveria se preparar para qualquer dia desses... Hã... Acontecer qualquer coisa com você. Se bem que você pode não herdar nada. Ou a herança pode nunca se manifestar. Mas não se assuste, o que não mata, fortalece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não tenho pistas sobre o motivo da morte dele. Sei que tudo deve estar lá, nos arquivos da Madame Mercier, mas eles estão todos digitais, agora. E estão num formato incompatível com nossos sistemas operacionais. Já tentei invadir de todas as formas, sem sucesso. Acho que só funciona se usar um dos computadores lá de dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas pra que pensarmos nessas coisas desagradáveis? Os dias tem andando bonitos ultimamente. Já tem muito tempo que nos correspondemos e moramos na mesma cidade. Não acha que seria um momento ótimo para um passeio na pracinha da prefeitura? Sem ser nesse fim de semana, no outro, o que acha? Sábado à tarde, talvez? Responda marcando o dia e a hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já contei que estou aprendendo a fazer batatas gratinadas? Se bem que no momento ainda estão mais pra batatas queimadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu queria escrever mais, mas não tenho tempo. Vou continuar a investigação, e preciso trabalhar, também. Conselho de amigo: não compre um computador antes de fazer um curso básico de informática. Cada ocorrência que me aparece!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero sua resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;J.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Ao coda&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-7914260779908848949?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/7914260779908848949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=7914260779908848949' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/7914260779908848949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/7914260779908848949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2009/09/preludio.html' title='Prelúdio'/><author><name>Adriana Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16572428234265609319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_UnbxAU-wBKQ/R98wY5oqbvI/AAAAAAAAAGs/4e9bww17fSw/S220/eu+zoom.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-8529263151247079186</id><published>2009-09-22T17:05:00.000-07:00</published><updated>2009-09-22T17:05:38.164-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornal d&apos;O Conservatório'/><title type='text'>Versões anteriores</title><content type='html'># Pois é, gente. O Conservatório tem passado. E é um passado como aquelas fotos de criança que você tirou debaixo do chuveiro, nu em pelo: bonitinhas, enternecedoras, mas potencialmente embaraçosas nas mãos erradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# Tudo começou e 2004. Eu estava no Adorável Noite e tive uma ideia de jerico: fazer um folhetim. Começou com um sonho vago em que eu tinha ido a um concerto, e acabou se fundindo com uma ideia meio vaga de conto de vampiros que eu tinha em mente, mais aquelas coisinhas que toda menina adolescente adora numa história de romance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# Essa versão 1.0 é tão Crepúsculo que deve ter aumentado meus níveis de glicose durante todo aquele ano. :P Aos trancos e barrancos, terminei o folhetim, mas a história foi mudando conforme as ideias foram surgindo. Quando cheguei ao fim, fiquei tão feliz de ter terminado uma história de 60 páginas que infernizei minha tia até que a imprimisse pra mim (em impressora matricial - tenho a cópia até hoje). O resultado? Bastou ler com atenção que vi o tanto de pontas soltas que tinham ficado. Foi daí que nasceu a versão 2.0, que era só a primeira com alguns ajustes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# Até que eu cresci, não só em idade, mas em experiência de escrita, e resolvi que ia sair daquele mundiquinho das primeiras versões e melhorar e expandir a história. Menos melação, mais&amp;nbsp;ação e toques de FC, além de outras criaturas que não só vampiros. Acho que a versão 3.0 talvez não chegue a ser a última, mas ela deve ser uma 3.4.8, ou algo assim. Não creio que mexerei dramaticamente na trama outra vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# Como não sou má, vou colocar aqui os pdfs das duas versões (a segunda parou no capítulo 5), se alguém tiver a curiosidade. Só vou avisando que rola pelo menos um grande spoiler da versão 3 na versão 1. Não reclamem depois. :P&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Versão 1: &lt;a href="http://recantodasletras.uol.com.br/e-livros/485064"&gt;http://recantodasletras.uol.com.br/e-livros/485064&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Versão 2: &lt;a href="http://recantodasletras.uol.com.br/e-livros/1825558"&gt;http://recantodasletras.uol.com.br/e-livros/1825558&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-8529263151247079186?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/8529263151247079186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=8529263151247079186' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/8529263151247079186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/8529263151247079186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2009/09/versoes-anteriores.html' title='Versões anteriores'/><author><name>Adriana Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16572428234265609319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_UnbxAU-wBKQ/R98wY5oqbvI/AAAAAAAAAGs/4e9bww17fSw/S220/eu+zoom.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617002258994444497.post-7289144862847182165</id><published>2009-09-07T19:42:00.000-07:00</published><updated>2009-09-24T18:15:04.012-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornal d&apos;O Conservatório'/><title type='text'>Retorno</title><content type='html'>Pois é, pessoas. Depois de muita água passar debaixo da ponte, o blog d'O Conservatório voltou. Pretendo colocar aqui o material&amp;nbsp;anexo sobre a história, contos,&amp;nbsp;como a escrita via andando&amp;nbsp;e tal. Basicamente, o blog é a seção de "extras" d'O Conservatório. Aproveitem. :D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a história (faltou isso, né? Anta!):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a história de Cristina, uma garota cujo correspondente some quando estava pesquisando sobre a morte do pai dela. Durante uma crise de enxaqueca, ela tem de volta certas lembranças que estavam adormecidas, e resolve investigar por conta própria o desaparecimento do correspondente e o assassinato do pai. O problema é que, aparentemente, o pai dela não era humano, e as pessoas que têm as pistas que ela procura também não.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617002258994444497-7289144862847182165?l=oconservatorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oconservatorio.blogspot.com/feeds/7289144862847182165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617002258994444497&amp;postID=7289144862847182165' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/7289144862847182165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617002258994444497/posts/default/7289144862847182165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oconservatorio.blogspot.com/2009/09/reformas.html' title='Retorno'/><author><name>Adriana Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16572428234265609319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_UnbxAU-wBKQ/R98wY5oqbvI/AAAAAAAAAGs/4e9bww17fSw/S220/eu+zoom.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
